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Nota de Pesar – Luciana Novaes

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O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lamenta o falecimento de Luciana Novaes, ex-vereadora do município do Rio de Janeiro, ocorrido em 27 de abril de 2026, aos 42 anos.

Assistente social, Luciana Novaes construiu sua trajetória pública a partir do compromisso com a defesa de direitos e com a ampliação da participação de pessoas com deficiência nos espaços institucionais. Exerceu mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com atuação voltada ao avanço de pautas relacionadas à acessibilidade, à inclusão e ao fortalecimento de políticas públicas.

Em 2003, foi vítima de violência urbana no Rio de Janeiro, episódio que resultou em tetraplegia. A partir dessa experiência, consolidou uma atuação marcada pela defesa de direitos e pela incidência política em favor de uma sociedade mais acessível.

O MDHC reconhece a relevância de sua trajetória e manifesta solidariedade à família, aos amigos e a todas as pessoas que compartilharam de sua atuação pública.

Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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Exposição inédita do MTE dá rosto às vítimas de acidentes de trabalho e reforça urgência da prevenção

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), realizou, no dia 28 de abril — data que marca o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho e o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho —, a abertura de uma exposição fotográfica inédita, em cartaz no hall de entrada do edifício-sede do Ministério, em Brasília (DF).

A exposição “Linha de Risco – A Realidade dos Acidentes de Trabalho no Brasil” apresenta ao público 18 imagens que revelam, com profundidade e respeito, as marcas deixadas por esses acidentes na vida de trabalhadores e de suas famílias. Cada fotografia é acompanhada por histórias reais, registradas em diferentes regiões do país. Elas mostram como um instante pode transformar trajetórias, interromper sonhos e impor novos desafios à sobrevivência e à dignidade.

O visitante encontrará relatos de trabalhadores que sofreram mutilações graves durante o exercício de suas atividades, como Adaltina Pereira, que perdeu a mão em uma máquina de moer carne; João Batista, que teve dedos amputados em uma despolpadeira de coco; e Jucier Florêncio, vaqueiro que teve a mão decepada em uma forrageira. Histórias como a de Francisco “Alexandre” Gomes, que começou a trabalhar ainda criança e perdeu as pernas em um acidente envolvendo um caminhão, evidenciam a dureza de realidades marcadas pela exposição precoce ao trabalho e pela falta de proteção. Também estão presentes trabalhadores como Hélio Lira, Josenilson Pereira, Pedro Fidélis e José Nilson Medeiros, cujos corpos carregam, de forma permanente, as consequências de ambientes inseguros.

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Os registros foram realizados por Sérgio Carvalho, auditor-fiscal do Trabalho e fotógrafo, que une a experiência da fiscalização a um olhar sensível e comprometido com a realidade dos trabalhadores brasileiros. Ao longo de sua atuação em campo, ele testemunhou de perto as consequências dos acidentes de trabalho, o que o levou a transformar essas vivências em registros documentais. Seu trabalho busca dar visibilidade a histórias frequentemente invisibilizadas, retratando, com respeito e humanidade, trabalhadores e familiares impactados por acidentes e contribuindo para ampliar o debate sobre prevenção, segurança e dignidade no trabalho.

A mostra também dá voz às famílias que convivem com a ausência causada por acidentes fatais. São mães, viúvas e filhos que preservam memórias e enfrentam o cotidiano marcado pela perda, como Tereza Raimundo Gabriel, mãe de uma vítima de atropelamento no trabalho, e Angélica Duarte Freire, viúva de um jovem trabalhador morto em uma esteira industrial. Ao reunir essas histórias, a exposição convida o público à reflexão sobre a urgência da prevenção e da promoção de ambientes de trabalho seguros e saudáveis, reforçando que cada imagem é um alerta: proteger a vida é uma prioridade permanente.

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“Cada história que encontrei carrega uma dor profunda, mas também uma força silenciosa — e fotografá-las foi, ao mesmo tempo, um privilégio e um peso que não posso ignorar”, conclui Sérgio Carvalho.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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