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“São protagonistas de uma transformação silenciosa, mas impactante, que vem conectando o Brasil”, diz ministro das Comunicações

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Se o Brasil está mais conectado hoje, muito desse êxito se atribui aos pequenos provedores de internet, empreendedores regionais que chegam a locais remotos para levar fibra óptica. Ao reconhecer isso, nesta terça-feira (14), durante o lançamento da Agenda Institucional da Abrint (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações), no Congresso Nacional, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, demonstra que a inclusão digital precisa ser um esforço conjunto entre governo e setor privado.

“Vocês são protagonistas de uma transformação silenciosa, mas profundamente impactante, que vem conectando o Brasil real, aquele que está distante dos grandes centros, das capitais e das regiões mais desenvolvidas”, afirmou o ministro das Comunicações.

Em um discurso marcado pelo reconhecimento aos provedores regionais, Frederico de Siqueira Filho destacou que esses profissionais não são apenas parceiros do governo, mas parte estrutural da política pública de inclusão digital do país. “Onde o grande investimento não chegou, foi o empreendedor local que enxergou oportunidade. Vocês conectam o Brasil real”, afirmou o ministro.

Frederico de Siqueira Filho aproveitou a ocasião para anunciar um novo edital do programa Acessa Crédito, previsto para o fim de abril. A iniciativa utiliza recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) para atender às necessidades das pequenas empresas do setor. O objetivo da medida é enfrentar um dos maiores gargalos dos provedores regionais: o acesso ao financiamento.

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“Estamos tornando o FUST um instrumento efetivo de transformação, garantindo que o pequeno provedor tenha fôlego para expandir suas redes e melhorar a qualidade do sinal”, pontuou Siqueira Filho.

O lançamento da Agenda Institucional da Abrint também foi uma oportunidade para projeções futuras na área das telecomunicações. O chefe da Pasta destacou que os provedores regionais serão peças-chave para a expansão do 5G no interior do país. Embora o Brasil tenha superado as metas iniciais da tecnologia, o desafio agora é levar o sinal para áreas rurais e regiões afastadas. Segundo o ministro, a missão dependerá da capilaridade e do conhecimento local dessas empresas.

Ao reconhecer as dificuldades cotidianas do setor, Frederico de Siqueira Filho reforçou o compromisso do Ministério das Comunicações em resolver questões históricas, como o compartilhamento de postes entre os setores elétrico e de telecomunicações. O foco é construir soluções que tragam segurança jurídica, previsibilidade e, sobretudo, redução de custos para os prestadores.

“Não existe inclusão digital sem rede, e não existe rede em muitos lugares do Brasil sem o trabalho dos provedores regionais”, pontuou o ministro.

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Em fase final de elaboração do Plano Nacional de Inclusão Digital, o ministro resumiu o PNID como uma iniciativa que vai estabelecer diretrizes estratégicas para os próximos anos, mapeando locais onde as pessoas têm acesso precário ou ainda não têm acesso à internet. O sucesso do projeto do governo, segundo ele, “passa necessariamente pela atuação de quem conhece a realidade local”, concluiu, reforçando a importância dos pequenos provedores.

O diretor-presidente da ABRINT, Breno Vale falou sobre dar voz, visibilidade e representação qualificada aos provedores regionais no centro do debate institucional e legislativo. Ele defendeu uma agenda aderente à realidade de quem investe, empreende e conecta o Brasil profundo

“Este é um momento muito importante, sobretudo, para um setor que ocupa posição central na conectividade do país. Os provedores regionais deixaram de ser coadjuvantes na expansão da infraestrutura digital brasileira, com presença concreta e protagonismo nos mais de 5 mil municípios, com disposição de investimento local, conhecimento do território e compromisso direto com a população e com a ampliação do acesso à internet”, concluiu Breno Vale.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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MDS dá as boas-vindas aos novos municípios da Estratégia Alimenta Cidades

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Mais de mil municípios brasileiros passam a integrar uma nova etapa da Estratégia Alimenta Cidades, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O anúncio foi feito durante webinário de boas-vindas, realizado nesta sexta-feira (17.04), que marcou o início do ciclo Alimenta Cidades +1000 e apresentou diretrizes, ferramentas e experiências já implementadas no país.

Entre os exemplos apresentados, está o de Caxias do Sul (RS), que aderiu à estratégia ainda no primeiro edital, em 2024. À frente da implementação local, Cristina Fabian destacou os avanços conquistados desde então, especialmente em contextos de crise.

“Durante as enchentes no Rio Grande do Sul, as cozinhas solidárias tiveram papel fundamental. A experiência mostrou que, como executores da política de segurança alimentar, também precisamos fortalecer essas iniciativas. Foi a partir desse movimento que estruturamos o primeiro fórum de cozinhas solidárias do estado”, relatou. 

Coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan/MDS), a estratégia chega a uma nova fase com a publicação da Portaria nº 1.178. A ampliação para mais de mil municípios valoriza a atuação da gestão local, ao reconhecer que os territórios são o ponto de partida para respostas mais efetivas.

Com a adesão, os municípios passam a contar com apoio técnico e instrumentos para planejar e executar ações voltadas à garantia do direito à alimentação adequada.

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Durante o webinário, a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, destacou que o país já acumula experiências bem-sucedidas na área.

“O Brasil já demonstrou que é possível construir sistemas alimentares mais justos, saudáveis e sustentáveis. Agora, o desafio é ampliar essa transformação, cidade por cidade, para que nós tenhamos um sistema de segurança alimentar vivo, presente em todos os territórios e é por isso que a gente faz esse chamado para que todos estejam conosco implementando no dia a dia o nosso sistema de segurança alimentar e nutricional”, afirmou.

A diretora do Departamento de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável do MDS, Patrícia Gentil, ressaltou que a estratégia contribui para identificar vazios de acesso à alimentação e organizar respostas estruturadas, especialmente em áreas mais vulneráveis.

“Muitas famílias vivem em territórios onde a comida saudável não chega ou chega com baixa qualidade e alto custo. É necessário organizar a ação pública para garantir que alimentos adequados cheguem, sobretudo, a quem mais precisa”, explicou. 

SISAN 

A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou o papel do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) na implementação da estratégia. Segundo ela, cerca de 70% dos municípios já aderiram ao sistema.

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A estrutura permite a articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil, contribuindo para maior integração e efetividade das políticas públicas.

 “Quando falamos em governança, tratamos de intersetorialidade, participação social e melhores resultados. Integrar as ações do Governo Federal com os municípios é fundamental para avançarmos”, afirmou. 

Destaque internacional

João Marcelo Intini, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirmou que, dos 33 países que fazem parte da América Latina e do Caribe, o Brasil está entre os 11 que avançaram no combate à fome. 

“O Brasil, outra vez, saindo do mapa da fome, é um grande motor de inspiração, é um país que nos inspira, é um país que serve como uma grande referência de compromisso com o enfrentamento das desigualdades sociais e econômicas no campo e na cidade, isso nos serve como uma grande inspiração para dizer que sim, é possível”, afirmou.

Assessoria de Comunicação – MDS 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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