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SEQUESTRO

Idoso é mantido em cárcere privado e obrigado a fazer PIX

Vítima de 65 anos ficou sob ameaças em um cativeiro na região da Capela Piçarrão; cinco suspeitos foram presos e outros dois morreram

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POLÍCIA

A vítima foi resgatada nesta quinta-feira (16), após policiais militares localizarem o cativeiro

Um homem de 65 anos foi mantido em cárcere privado por uma quadrilha e obrigado a realizar transferências bancárias via PIX e saques durante o período em que permaneceu sob o poder dos criminosos, em Várzea Grande. A vítima foi resgatada nesta quinta-feira (16), após policiais militares localizarem o cativeiro em uma área de mata na região da Capela Piçarrão.

De acordo com a Polícia Militar, o idoso relatou que permaneceu sob constantes ameaças enquanto era mantido preso pelos criminosos, que utilizavam a violência para obrigá-lo a movimentar dinheiro de suas contas bancárias. O tempo em que ele permaneceu em poder da quadrilha não foi informado.

As investigações começaram após equipes da Força Tática do 1º Comando Regional receberem informações sobre um veículo GM Astra com placas adulteradas circulando pela Avenida Filinto Muller. O carro foi localizado no bairro Nova Várzea Grande e dois homens foram presos. Com eles, os policiais apreenderam R$ 3,1 mil em dinheiro.

Segundo a PM, durante a abordagem os suspeitos confessaram participação no sequestro e indicaram o local onde a vítima era mantida. No cativeiro, os militares encontraram o idoso e prenderam outros dois integrantes da quadrilha. Um deles estava armado com um revólver calibre .38 carregado.

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Na sequência da operação, um quinto suspeito foi localizado no bairro Milton Figueiredo. Conforme a polícia, ele possuía um mandado de prisão em aberto.

Ainda durante os desdobramentos da ocorrência, os presos informaram o paradeiro de outros dois envolvidos, escondidos em uma residência no bairro Novo Horizonte, em Cuiabá. A Polícia Militar afirma que, ao chegarem ao imóvel, os suspeitos atiraram contra as equipes, que revidaram. Os dois foram baleados, chegaram a ser socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreram no local.

Na casa, os policiais apreenderam um revólver calibre .22, uma pistola calibre 9 milímetros, um facão, rádio comunicador, câmera de vigilância, braçadeiras plásticas utilizadas para imobilização de vítimas, seis celulares e outros materiais que, segundo a PM, eram utilizados nas ações criminosas.

Os cinco presos, a vítima resgatada e todo o material apreendido foram encaminhados à delegacia, onde o caso foi registrado e segue sob investigação.

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POLÍCIA

Bebê de cinco meses sofre lesões na cabeça e babá é presa

Mãe encontrou a filha machucada ao ir amamentá-la; perícia descartou acidente e apontou que ferimentos foram provocados por ação contundente.

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A suspeita alegou que as lesões poderiam ter sido causadas pelo cinto de segurança do carrinho de bebê

Uma bebê de apenas cinco meses foi encontrada com diversas lesões na cabeça e no rosto enquanto estava sob os cuidados de uma babá, em Gaúcha do Norte. A suspeita, de 23 anos, foi presa em flagrante na quarta-feira (15), investigada pelo crime de tortura após a perícia concluir que os ferimentos não foram provocados por acidente.

O caso veio à tona na terça-feira (14), quando a mãe da criança foi até a residência da babá para amamentar a filha e percebeu diversos machucados no rosto da bebê. Diante da situação, ela levou a criança imediatamente para atendimento médico.

No hospital, os profissionais descartaram a hipótese de queda acidental em razão da quantidade de lesões concentradas na região craniofacial. A partir daí, a Polícia Civil iniciou as investigações.

Segundo a apuração da Delegacia de Gaúcha do Norte, a criança permanecia diariamente aos cuidados da investigada e, no momento em que os ferimentos foram causados, apenas a babá estava com a bebê, o que afastou a participação de outras pessoas.

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Em depoimento, a suspeita alegou que as lesões poderiam ter sido causadas pelo cinto de segurança do carrinho de bebê, afirmando que a criança teria dormido sobre o equipamento. A versão, no entanto, foi descartada pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que concluiu que os ferimentos foram provocados por ação contundente na cabeça, incompatível com marcas deixadas por cintos ou dispositivos de contenção.

Com base nas provas reunidas durante a investigação, a Polícia Civil autuou a mulher em flagrante pelo crime de tortura. Ela foi encaminhada à disposição da Justiça e deverá passar por audiência de custódia.

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