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ACIDENTE FATAL

Motociclista morre após acidente entre duas motos

Colisão envolveu uma Honda Biz e uma Honda CG 160 Start; outra vítima foi socorrida em estado grave pelo Samu

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POLÍCIA

Um homem identificado como Antonio Wilson Vieira da Silva morreu após um acidente de trânsito envolvendo duas motocicletas. A ocorrência foi registrada após uma guarnição da Polícia Militar ser acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e se deslocar até o endereço informado.

No local, os policiais encontraram uma das vítimas, que conduzia uma Honda Biz vermelha. Ela recebeu atendimento da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhada em estado grave.

A outra motocicleta envolvida era uma Honda CG 160 Start preta, conduzida por Antonio Wilson Vieira da Silva. Segundo o registro policial, o óbito dele foi constatado ainda no local do acidente.

Diante da situação, a equipe policial realizou o isolamento e a preservação da área até a chegada da Polícia Judiciária Civil. O policial civil Joel esteve no local e deu continuidade aos procedimentos relacionados à ocorrência.

O boletim foi confeccionado e encaminhado à Delegacia de Polícia (DelPol), que deverá adotar as demais providências necessárias para apurar o caso.

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POLÍCIA

Operação Basalto mira facção suspeita de tráfico e extorsão em MT

Polícia Civil cumpre 34 ordens judiciais em quatro municípios e investiga grupo que cobrava mais de 50 comerciantes

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (8.9), a Operação Basalto, com o cumprimento de 34 ordens judiciais contra uma facção criminosa investigada por tráfico de drogas, associação para o tráfico, extorsão de comerciantes e lavagem de dinheiro.

Ao todo, são 12 mandados de prisão preventiva e 22 de busca e apreensão, expedidos pela Justiça a partir de investigações conduzidas pela Delegacia de Pedra Preta. As medidas são cumpridas em Pedra Preta, Rondonópolis, Itiquira e Cuiabá, incluindo diligências realizadas em unidades prisionais do Estado.

A Justiça também determinou medidas cautelares diferentes da prisão para oito investigados. Entre elas estão o comparecimento periódico em juízo, a proibição de contato com outros envolvidos, a restrição de acesso a locais relacionados às atividades investigadas e a proibição de deixar a comarca sem autorização judicial.

Também foi determinado o bloqueio de ativos financeiros ligados a três investigados e a uma pessoa jurídica. Uma empresa suspeita de ter sido usada para movimentar e ocultar recursos oriundos das atividades criminosas teve ainda as atividades econômicas e financeiras suspensas.

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Investigação

As apurações tiveram início após uma prisão em flagrante por tráfico de drogas, realizada em fevereiro de 2025, em Pedra Preta. A partir do avanço do trabalho investigativo, os policiais reuniram mensagens, áudios, imagens, comprovantes de transferências bancárias e planilhas relacionadas à atuação da facção.

A análise do material apontou indícios da existência de uma estrutura organizada, com funções distribuídas entre lideranças, gerentes locais, operadores financeiros, distribuidores de drogas e integrantes encarregados de monitorar as forças de segurança.

As investigações também indicaram que parte das atividades do grupo era coordenada de dentro de unidades prisionais, por meio de aparelhos celulares utilizados clandestinamente.

Segundo a Polícia Civil, os integrantes utilizavam grupos de comunicação para administrar as ações criminosas, controlar recursos financeiros, prestar contas e repassar orientações de segurança. A estratégia tinha como finalidade dificultar a atuação dos órgãos de segurança pública.

Cobrança de comerciantes

Um dos crimes investigados é um esquema de extorsão contra comerciantes de Pedra Preta. Durante as apurações, foram encontrados documentos que faziam referência a mais de 50 estabelecimentos comerciais, acompanhados de registros de cobranças periódicas de valores destinados à facção.

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Conforme os elementos reunidos, os comerciantes eram constrangidos a efetuar os pagamentos sob temor de represálias atribuídas aos integrantes do grupo.

Entre as provas obtidas estão diálogos, planilhas, listas de estabelecimentos, valores individualizados e comprovantes de transferências bancárias.

As diligências também apontaram que contas bancárias de terceiros e uma empresa eram utilizadas para receber e movimentar valores supostamente provenientes do tráfico de drogas e das extorsões.

Com base nas informações levantadas durante a investigação, a Polícia Civil representou pela adoção das medidas judiciais, posteriormente autorizadas pelo Poder Judiciário e cumpridas nesta terça-feira (8).

O trabalho investigativo continua com a análise do material apreendido durante a operação. O objetivo é identificar possíveis novos envolvidos e aprofundar a apuração dos crimes investigados.

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