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TRAGÉDIA NA ESTRADA

Motociclista morre e mulher fica ferida em rodovia de MT

Colisão ocorreu durante a madrugada no trevo de acesso entre a MT-339 e a BR-174, em Porto Esperidião com vítimas

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POLÍCIA

Um homem identificado inicialmente apenas como Rubens morreu após um acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta na madrugada desta segunda-feira. O sinistro ocorreu por volta das 3h, no trevo de acesso entre a MT-339 e a BR-174, em Porto Esperidião, a cerca de 320 quilômetros de Cuiabá.

De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada por profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) do município, que comunicaram a ocorrência envolvendo duas pessoas.

Ao chegar ao local, os policiais encontraram as duas vítimas caídas no chão, próximas à motocicleta. Uma delas, uma mulher de 35 anos, apresentava ferimentos em um dos braços.

Uma equipe de saúde foi mobilizada para prestar os primeiros atendimentos. A médica que acompanhou a ocorrência constatou a morte do condutor da motocicleta. A identificação completa da vítima fatal ainda não havia sido confirmada no momento do registro policial, sendo informado inicialmente apenas o primeiro nome, Rubens.

A mulher ferida recebeu atendimento médico ainda no local e, posteriormente, foi encaminhada para uma unidade de saúde para avaliação e tratamento dos ferimentos.

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Após a confirmação do óbito, a Polícia Militar sinalizou e isolou a área para preservar possíveis vestígios e garantir a realização dos trabalhos periciais.

A Polícia Civil foi comunicada e providenciou o acionamento da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável pelos procedimentos de perícia e demais levantamentos necessários para esclarecer as circunstâncias do acidente.

O trânsito na região também precisou ser organizado e sinalizado pelas equipes que atenderam a ocorrência.

O boletim de ocorrência foi elaborado e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Porto Esperidião, que deverá acompanhar o caso e adotar as medidas necessárias para esclarecer a dinâmica do acidente.

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Polícia Civil indicia homem por morte de policial militar em VG

Suspeito, de 33 anos, teria cometido o crime por motivação passional após descobrir relacionamento entre a vítima e sua companheira

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A Polícia Civil concluiu, na sexta-feira (14), o inquérito que apurou o assassinato do policial militar e instrutor de artes marciais Renato Oliveira Aragão, morto no início de agosto dentro de um centro comunitário em Várzea Grande.

Responsável pelas investigações, a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) indiciou J.V.S., de 33 anos, por homicídio qualificado pelo emprego de meio cruel e por recurso que teria dificultado a defesa da vítima. A pena prevista para essas qualificadoras pode chegar a 30 anos de prisão.

O investigado foi preso em flagrante logo após o assassinato. Posteriormente, a Justiça converteu a prisão em preventiva, e ele permanece detido.

Crime

O homicídio aconteceu no dia 4 de agosto. Renato atuava como instrutor de jiu-jitsu em um projeto social quando, segundo a investigação, foi surpreendido pelo suspeito, que chegou ao local armado e efetuou vários disparos.

Mesmo ferido, o policial foi socorrido por uma equipe da Polícia Militar e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Cristo Rei. Ele não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

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Durante o inquérito, o suspeito permaneceu em silêncio durante o interrogatório. No entanto, conforme a Polícia Civil, os elementos reunidos ao longo da apuração apontaram para a autoria e indicaram que o crime teria sido cometido de forma isolada.

A investigação também apontou que a arma utilizada no homicídio pertencia ao próprio suspeito, que mantinha a posse irregular do armamento havia vários anos.

Motivação passional

Depoimentos de testemunhas e de pessoas que tinham vínculo com a vítima e o investigado ajudaram os investigadores a identificar a possível motivação do assassinato.

Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por uma questão passional. A apuração apontou que Renato mantinha um relacionamento amoroso com a companheira do suspeito. Conforme os relatos obtidos durante a investigação, a relação teria se prolongado por mais de dois anos, entre períodos de rompimento e reaproximação.

A Polícia Civil ainda aguarda os resultados dos exames de balística realizados na arma apreendida, além de outros laudos complementares que deverão integrar o procedimento.

Com a conclusão do inquérito, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário. O Ministério Público deverá analisar os elementos reunidos e decidir sobre o eventual oferecimento de denúncia contra o investigado, que continua preso preventivamente.

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