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ACIDENTE

Motorista fica preso às ferragens após carreta tombar

Batida entre carreta cegonha e bitrem carregado com pó de brita deixou duas vítimas encarceradas às margens da MT-358, em Tangará da Serra.

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A colisão envolveu uma carreta tipo cegonha e um bitrem carregado com pó de brita.

Duas pessoas ficaram presas às ferragens após um grave acidente envolvendo duas carretas na tarde de segunda-feira (18), na MT-358, em Tangará da Serra, a 253 quilômetros de Cuiabá.

A colisão envolveu uma carreta tipo cegonha e um bitrem carregado com pó de brita. Após a batida lateral, os dois veículos saíram da pista e tombaram em um barranco às margens da rodovia.

Segundo informações apuradas no local, o acidente ocorreu quando o motorista da carreta cegonha tentou realizar uma ultrapassagem e perdeu o controle da direção, atingindo lateralmente o outro veículo.

Com o impacto, o motorista e o passageiro da cegonha ficaram presos na cabine destruída. O condutor sofreu escoriações e ficou com as pernas presas às ferragens, mas permaneceu consciente durante o resgate.

Já o passageiro teve ferimentos graves e traumatismo craniano com afundamento de crânio. Apesar da gravidade, ele também estava consciente, porém desorientado.

Para retirar as vítimas, equipes do Corpo de Bombeiros precisaram estabilizar os veículos tombados antes de iniciar o desencarceramento com ferramentas de salvamento veicular. O trabalho durou cerca de uma hora.

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Após serem retiradas das ferragens, as vítimas foram imobilizadas e encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tangará da Serra.

O motorista do bitrem não ficou preso. Ele estava fora do veículo, consciente e sem ferimentos aparentes.

Além do Corpo de Bombeiros, a ocorrência contou com apoio do Samu e da equipe médica da concessionária responsável pela rodovia.

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POLÍCIA

Grupo movimentou R$ 39 milhões com ouro ilegal, diz PF

Investigação aponta esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ligado à comercialização clandestina de ouro em Mato Grosso

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O esquema é alvo da Operação Decantação, deflagrada nesta terça-feira (19), em Rondonópolis

Uma organização criminosa suspeita de lavar dinheiro por meio da comercialização ilegal de ouro movimentou quase R$ 39 milhões em Mato Grosso, segundo investigação da Polícia Federal.

O esquema é alvo da Operação Decantação, deflagrada nesta terça-feira (19), em Rondonópolis.

De acordo com as investigações, o grupo utilizava mecanismos para ocultar e dissimular recursos de origem ilícita, além de esconder patrimônio e movimentações financeiras relacionadas ao comércio clandestino de ouro.

A apuração aponta indícios de crimes como lavagem de dinheiro, ocultação de bens e organização criminosa.

As suspeitas surgiram a partir do aprofundamento das investigações da Operação Cobiça, realizada em 2024, quando a Polícia Federal identificou novos elementos que indicavam a continuidade do esquema financeiro ilegal.

Durante a operação desta terça, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, além do bloqueio e sequestro de bens e valores determinados pela Justiça Federal.

Segundo a PF, as medidas têm como objetivo interromper a atuação do grupo criminoso e impedir a movimentação de recursos supostamente obtidos de forma ilícita.

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