LIBERAÇÃO DE CORPO
Politec tenta localizar parentes de cinco vítimas no IML
Corpos de homens mortos em Cuiabá e Várzea Grande seguem sem liberação por falta de localização dos familiares.
POLÍCIA
A Diretoria Metropolitana de Medicina Legal (DMML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), procura familiares de cinco vítimas identificadas que seguem sem a retirada dos corpos nas unidades de Cuiabá e Várzea Grande.
As vítimas morreram entre abril e maio deste ano e, até o momento, nenhum familiar foi localizado para os procedimentos legais de liberação e sepultamento.
Entre os casos está o de Albeni Lucatelli da Rosa, de 65 anos, natural de Seberi, no Rio Grande do Sul, que morreu em Cuiabá no dia 8 de abril. Também é procurada a família de Wilson de Souza Muniz, natural de Urânia, em São Paulo, que faleceu aos 63 anos na Capital.
A lista inclui ainda Dorinaldo Ferreira da Silva, natural de Jaguarari, na Bahia, morto em Cuiabá no dia 26 de abril; Antonio Marcos Morais Alves, de 20 anos, natural de Delmiro Gouveia, em Alagoas, que morreu em Várzea Grande no dia 6 de maio; e Daniel Inocêncio, natural de Diamantino, que faleceu em Cuiabá no dia 10 de maio.
Segundo a Politec, familiares podem procurar presencialmente a Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, localizada na Rua A1, no bairro Dom Bosco, em Cuiabá, ou entrar em contato pelo telefone (65) 98108-0036 para emissão da declaração de óbito e demais trâmites legais.
POLÍCIA
Grupo movimentou R$ 39 milhões com ouro ilegal, diz PF
Investigação aponta esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ligado à comercialização clandestina de ouro em Mato Grosso
Uma organização criminosa suspeita de lavar dinheiro por meio da comercialização ilegal de ouro movimentou quase R$ 39 milhões em Mato Grosso, segundo investigação da Polícia Federal.
O esquema é alvo da Operação Decantação, deflagrada nesta terça-feira (19), em Rondonópolis.
De acordo com as investigações, o grupo utilizava mecanismos para ocultar e dissimular recursos de origem ilícita, além de esconder patrimônio e movimentações financeiras relacionadas ao comércio clandestino de ouro.
A apuração aponta indícios de crimes como lavagem de dinheiro, ocultação de bens e organização criminosa.
As suspeitas surgiram a partir do aprofundamento das investigações da Operação Cobiça, realizada em 2024, quando a Polícia Federal identificou novos elementos que indicavam a continuidade do esquema financeiro ilegal.
Durante a operação desta terça, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, além do bloqueio e sequestro de bens e valores determinados pela Justiça Federal.
Segundo a PF, as medidas têm como objetivo interromper a atuação do grupo criminoso e impedir a movimentação de recursos supostamente obtidos de forma ilícita.
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