GASTOS PÚBLICOS
“Tirar o PT do poder é um ato de amor ao Brasil”, diz Medeiros
Deputado afirma que gastos do governo Lula elevaram dívida pública a níveis recordes e colocam a economia brasileira em risco
POLÍTICA
O deputado federal Zé Medeiros (PL) criticou o aumento da dívida pública federal, que já ultrapassa R$ 8,6 trilhões. O deputado bolsonarista afirmou que o governo Lula (PT) ampliou os gastos públicos, levando o país a pagar mais de R$ 1 trilhão por ano apenas em juros da dívida, valor recorde na história do Brasil.
Segundo Medeiros, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, os juros da dívida pública vinham em queda e permaneceram entre R$ 300 bilhões e R$ 400 bilhões, inclusive durante a pandemia da Covid-19. Já no atual governo, os custos voltaram a atingir níveis recordes.
“A economia do poder público não é muito diferente da nossa economia de casa. Se um cidadão já está todo endividado e ele precisa ir ao agiota para poder fechar as contas, então ele vai precisar sujeitar os juros que o cara cobrar. No caso do Brasil de Lula, o mercado observou que o governo desesperadamente aumenta impostos. Não para de crescer a gastança e aí entra a questão do risco do calote”, afirmou.
O parlamentar responsabilizou o atual governo pelo aumento do endividamento público e criticou a condução da equipe econômica.
“Lula pegou há quatro anos o Brasil com dívida próxima de 400 bilhões e já levou para casa do trilhão. Quem vai resolver isso? Haddad? Gente, pelo amor de Deus, tirar o PT do poder é um ato de amor ao Brasil”, alertou.
Zé Medeiros ainda criticou a retomada de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para países como Cuba e Venezuela, que acumulam histórico de inadimplência com o Brasil.
“Mesmo nesse lamaçal econômico, eles acabam de aprovar uma legislação para voltar a despejar dinheiro em países que são conhecidos por darem calote. Nós precisamos salvar o Brasil. Do jeito que está, o Brasil vai quebrar”, disse o deputado.
POLÍTICA
Abilio denuncia possível irregularidade de até R$ 80 milhões
Prefeito afirma que caso envolve material didático e será encaminhado para órgãos de controle e investigação
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, afirmou nesta terça-feira (27) ter identificado uma suposta irregularidade considerada “gravíssima” dentro da Secretaria Municipal de Educação e disse que o prejuízo aos cofres públicos pode ultrapassar R$ 80 milhões.
A denúncia foi feita pelo prefeito em vídeo publicado em seu perfil no Instagram.
Segundo Abilio, a Prefeitura já abriu investigação interna por meio da Controladoria-Geral do Município e pretende encaminhar o caso para órgãos de fiscalização e investigação, incluindo Tribunal de Contas da União (TCU), Polícia Federal, Polícia Civil e Ministério Público.
“Esse montante pode ultrapassar R$ 80 milhões se for comprovada essa irregularidade”, afirmou o prefeito.
De acordo com ele, a suspeita envolve a aquisição de materiais didáticos realizada pela Secretaria de Educação. No entanto, o prefeito não detalhou quais contratos ou compras estão sendo investigados.
Abilio também pediu que servidores da Educação que tenham conhecimento sobre possíveis irregularidades procurem a prefeitura para colaborar com as investigações.
“Servidores da educação que tiverem conhecimento sobre essas situações, principalmente envolvendo material didático, favor informar a Prefeitura de Cuiabá”, declarou.
Ainda segundo o prefeito, ofícios já estão sendo encaminhados aos órgãos de controle para formalizar os pedidos de investigação sobre o caso.
Até o momento, a Prefeitura de Cuiabá não divulgou relatório técnico detalhando quais indícios levaram à abertura da investigação nem quais contratos estão sob análise.
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