Search
Close this search box.

SAÚDE

Pacientes do SUS no Rio Grande do Norte serão atendidos por hospitais particulares para a realização de 8,2 mil procedimentos

Publicados

SAÚDE

O Ministério da Saúde já tem contratos com hospitais privados e filantrópicos de 21 estados para realizar mais de 600 mil procedimentos gratuitos para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), entre exames, consultas e cirurgias. No Rio Grande do Norte, estão previstos 8,2 mil procedimentos, com investimento de R$ 26.020.564,08. Ao todo, R$ 1 bilhão já foi formalizado por meio de créditos financeiros do programa Agora Tem Especialistas com 259 instituições de todas as regiões do país.

No estado, os contratos contemplam unidades nos municípios de Mossoró e Natal. Do total de procedimentos previsto, 624 cirurgias serão realizadas na Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer, em Mossoró; e 7.584 procedimentos na capital, Natal, distribuídos entre a Athena Healthcare Holding (3.384 procedimentos, sendo 2.040 Combos de cuidado e 1.344 cirúrgicos) e a Liga Norte Riograndense Contra o Câncer (4.200 cirurgias).

A estratégia amplia a capacidade de atendimento do SUS ao permitir que hospitais privados e filantrópicos abram suas portas para pacientes da rede pública, realizando procedimentos e atendimentos em troca de créditos que podem ser utilizados para abatimento de tributos federais, fortalecendo a oferta de serviços especializados e reduzindo o tempo de espera da população.

Leia Também:  População de Imperatriz (MA) é atendida por carreta de exames de imagem do Ministério da Saúde; veja como funciona

“A gente pode ter no SUS um atendimento rápido, reduzindo o tempo que as pessoas estão esperando nas filas. Para isso que a gente fez o Agora Tem Especialistas, que está ajudando cidades, como Natal, Mossoró e região, a fazer mais cirurgias, mais exames, mais consultas especializadas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Dos 600 mil procedimentos previstos em todo o país, 458 mil serão realizados por meio das Ofertas de Cuidados Integrados (OCI), estratégia que unifica consultas, exames e diagnósticos de uma mesma especialidade em um único pacote de atendimento, o que acaba com a peregrinação dos pacientes por diferentes unidades. Outros 142 mil correspondem a procedimentos cirúrgicos de diferentes complexidades em especialidades como oftalmologia, cardiologia, ortopedia, oncologia, ginecologia e otorrinolaringologia.

A maior previsão é em oftalmologia, com 170 mil procedimentos por ano, seguida por cardiologia (133 mil), ortopedia (113 mil) e oncologia (72 mil).

Terapia renal substitutiva garante assistência

Uma das novidades do componente de crédito financeiro é a inclusão da Terapia Renal Substitutiva (TRS). A modalidade já conta com 136 instituições vinculadas, ampliando a capacidade de atendimento de pacientes que precisam de hemodiálise.

Leia Também:  Representante do Ministério da Saúde vistoria veículos de transporte sanitário no Ceará

A inclusão da TRS expande o alcance da estratégia do Agora Tem Especialistas para além dos procedimentos eletivos e permite mobilizar a rede privada e filantrópica também para uma assistência contínua e essencial para quem precisa de hemodiálise. Ao todo, R$ 350 milhões dos contratos estão destinados à modalidade, valor que garante atendimento continuado para cerca de 40 mil pacientes todos os meses.

As instituições que aderem ao programa recebem um incremento financeiro pelos atendimentos, que é pago por meio dos créditos financeiros, que podem ser utilizados para abater tributos federais.

Atendimento chega à população

A ampliação da oferta já está se transformando em atendimento à população — 23 estabelecimentos já tiveram produção validada, com 6,2 mil procedimentos realizados para 7,2 mil pacientes. Esses atendimentos representam R$ 26 milhões em produção já validada, ou seja, consultas, exames e cirurgias já realizados em pacientes do SUS. No Rio Grande do Norte, a Athena Healthcare Holding, em Natal, já realizou mais de 40 procedimentos, com mais de R$ 1,2 milhão em produção validada.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Propaganda

SAÚDE

Complexo de Saúde Inteligente no Rio Grande do Sul incorpora evolução tecnológica ao SUS

Publicados

em

Nesta terça-feira, 8/9, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura dos trabalhos de estruturação do projeto do Novo Complexo de Saúde Inteligente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). O projeto vai reorganizar, integrar e modernizar a infraestrutura do Hospital Fêmina, do Hospital Criança Conceição e do Hospital Cristo Redentor, além do Centro Obstétrico do Hospital Nossa Senhora da Conceição. O investimento, com participação do BNDES, é de R$ 1,9 bilhão.

“Estamos trazendo para o Brasil o que tem de mais moderno no mundo de ultra conexão dos equipamentos, de uso de ferramentas de inteligência artificial, de permitir que o profissional de saúde possa ter acesso aos dados do paciente em qualquer lugar. Isso faz muita diferença, porque na saúde tempo é vida. Se você consegue fechar o diagnóstico mais rápido, começar o tratamento mais rápido, ter o resultado mais rápido, está salvando vidas, está lutando contra o tempo”, afirmou o ministro.

O novo complexo integrará a rede de hospitais e UTIs inteligentes do SUS. Com uma Emergência Inteligente, haverá integração em tempo real com as unidades do SAMU, protocolos automatizados e uso de inteligência artificial na gestão de leitos, exames e fluxos. “Em alguns países, essa revolução tecnológica é feita por hospitais privados, que as pessoas não têm acesso ou têm que pagar por ele. A diferença que o Ministério da Saúde está fazendo é liderar essa evolução tecnológica pelo SUS”, disse Padilha.

Leia Também:  Pacientes do SUS no Piauí serão atendidos por hospitais particulares para a realização de 5,8 mil procedimentos

A reestruturação será especialmente voltada à saúde da mulher, ao ciclo materno-infantil, à infância e adolescência, ao trauma agudo e às condições clínicas e cirúrgicas complexas, integrando, simultaneamente, assistência, ensino, pesquisa e inovação. O modelo será organizado por linhas de cuidado integradas e incorporará inteligência artificial, internet das coisas, big data, telemedicina, monitoramento remoto e dispositivos médicos conectados.

Linhas Prioritárias

As linhas prioritárias contemplam mãe-bebê/Rede Alyne, crianças com doenças respiratórias, desenvolvimento infantil, oncologia pediátrica, assistência à mulher em situação de violência, trauma agudo, queimados e neurocirurgia.

Tudo isso disponibilizado numa estrutura com 750 leitos, um aumento de 100 leitos operacionais e 100 leitos auxiliares em relação à oferta atual dos hospitais envolvidos. Serão 41 salas cirúrgicas com infraestrutura para procedimentos robóticos, 120 leitos de recuperação pós-anestética e 2 salas exclusivas para queimados.

Alta Complexidade

A nova infraestrutura deverá ampliar a capacidade do GHC para realizar procedimentos de alta complexidade, como cirurgias fetais, transplantes, procedimentos cirúrgicos robóticos e outros atendimentos especializados.

O investimento aproximado é de R$ 1,9 bilhão, com R$ 69,7 milhões destinados a projetos e serviços, R$ 1,2 bilhão para obras, e R$ 526,4 milhões para aquisição de equipamentos médicos, mobiliários e tecnologias. O projeto integra o Programa de Parcerias e Investimentos. A estruturação será conduzida pelo BNDES com o apoio de um consórcio de consultorias especializadas.

Leia Também:  Populações de mais três municípios de Minas Gerais são atendidas por carretas de exames de imagem do Ministério da Saúde; veja como funciona

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA