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Agricultura regenerativa cresce no Brasil e impulsiona inovação em fertilizantes especiais
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Com a crescente demanda por práticas agrícolas que unam alta produtividade e sustentabilidade, a agricultura regenerativa tem ganhado espaço no Brasil e no mundo. Essa abordagem busca restaurar a fertilidade natural do solo, aumentar a biodiversidade e reduzir a dependência de insumos sintéticos, garantindo resultados econômicos consistentes a longo prazo.
Nesse contexto, a CJ Selecta apresenta sua linha de fertilizantes especiais como ferramenta estratégica para produtores que desejam adotar sistemas mais sustentáveis sem comprometer a eficiência produtiva.
Foco na saúde do solo e equilíbrio do ecossistema agrícola
As soluções da empresa têm como objetivo otimizar a absorção de nutrientes pelas plantas, estimular a atividade biológica do solo e favorecer o desenvolvimento radicular. A proposta é integrar tecnologias que promovam o crescimento das culturas e, ao mesmo tempo, regenerem o ambiente agrícola.
“Agir com inteligência no uso de insumos é essencial. Os fertilizantes especiais ajudam o produtor a regenerar o solo, tornar as lavouras mais resistentes e manter competitividade no mercado”, afirma Diego Cano, gerente comercial – Plant Nutrition da CJ Selecta.
Tecnologias avançadas para sistemas agrícolas regenerativos
A linha de produtos inclui:
- Condicionadores de solo com carbono orgânico e extrato de algas;
- Bioestimulantes à base de aminoácidos;
- Inoculantes microbianos, como Bradyrhizobium japonicum, Azospirillum brasilense e Pseudomonas fluorescens, que fortalecem o ciclo de nutrientes e aumentam a resistência das plantas a estresses abióticos.
Resultados concretos no campo
Propriedades que adotaram os fertilizantes especiais da CJ Selecta registraram ganhos expressivos, incluindo:
- Melhor desenvolvimento radicular;
- Maior resistência a períodos de seca;
- Recuperação acelerada após estresses ambientais;
- Incremento significativo na produtividade das culturas.
Produtos estratégicos para a transição sustentável
Entre os destaques da linha estão formulações como Power Brad, Power Azos, Power Phos, Seed Plus, Phisiomix, Nanocarbono e Fision, desenvolvidas para atender à crescente demanda por produção responsável aliada à sustentabilidade de longo prazo.
“Nosso objetivo é entregar soluções que acompanhem o produtor na transição para a agricultura regenerativa, oferecendo resultados técnicos e econômicos imediatos”, afirma Cano.
A empresa reforça o investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, ampliando o impacto positivo de suas tecnologias e apoiando o avanço da agricultura regenerativa no país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre
As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.
Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.
O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.
A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.
No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.
Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.
O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.
Fonte: Pensar Agro
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