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SAÚDE NA MIRA

CPI mira ataque hacker na SES e cobra explicações do governo

Três meses após invasão que comprometeu dados da SES, comissão quer detalhes sobre prejuízos e as medidas adotadas pelo governo

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O episódio passou a gerar questionamentos por ter ocorrido em meio ao avanço das investigações da CPI sobre contratos e gastos da Saúde estadual

O ataque cibernético que atingiu a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e comprometeu sistemas e bancos de dados do órgão entrou no radar da CPI da Saúde da Assembleia Legislativa. Três meses após a invasão, a comissão aprovou pedido de informações ao governo do Estado e à MTI para esclarecer a extensão dos danos, os sistemas afetados e as medidas adotadas para recuperação dos dados.

Nos bastidores, o episódio passou a gerar questionamentos por ter ocorrido em meio ao avanço das investigações da CPI sobre contratos e gastos da Saúde estadual. A principal cobrança é sobre a demora na divulgação de detalhes da invasão e sobre possíveis impactos da perda de informações para as apurações em andamento.

O requerimento também solicita informações sobre os protocolos de segurança adotados pela administração estadual, os procedimentos de contingência e as ações implementadas para evitar novos ataques.

A ofensiva da comissão ocorre em uma semana de intensificação das investigações. Nesta quarta-feira (3), a CPI também ouviu delegados da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) responsáveis pela Operação Espelho, que investigou supostas irregularidades em contratos e pagamentos realizados pela Secretaria de Saúde.

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O caso do ataque hacker agora deve abrir uma nova frente de apuração dentro da comissão, que busca entender se houve apenas prejuízo operacional ou se a invasão comprometeu documentos e registros considerados relevantes para as investigações sobre a gestão da pasta.

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Ex-prefeito de Cáceres passa a comandar a ZPE

Francis substitui Aécio Rodrigues, que comandava a AZPEC desde março de 2025 e deixa o cargo para concentrar na presidência da MT Gás

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Ex-prefeito de Cáceres por dois mandatos, ele assume com a missão de transformar a estrutura em um polo de atração de investimentos

A troca de comando na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres foi oficializada nesta terça-feira (2), durante reunião do Conselho de Administração da administradora do complexo (AZPEC), realizada na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), em Cuiabá. O ex-prefeito de Cáceres, Francis Maris, foi confirmado como novo diretor-presidente da entidade.

Ao assumir o cargo, Francis deixou claro qual considera ser o principal obstáculo para o avanço do empreendimento: a oferta de energia elétrica. Segundo ele, antes de iniciar uma ofensiva para atrair investidores, será necessário garantir a infraestrutura necessária para atender futuras indústrias.

A avaliação é que a nova fase da ZPE passa pela instalação efetiva de empresas no complexo, especialmente ligadas às cadeias produtivas já consolidadas em Mato Grosso, como soja, milho, algodão, carnes, leite, madeira e rochas ornamentais.

A estratégia da nova gestão inclui ainda a realização de apresentações para empresários e federações industriais de diferentes estados, numa tentativa de ampliar o interesse pelo projeto e acelerar a ocupação da área destinada à exportação.

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Francis substitui Aécio Rodrigues, que comandava a AZPEC desde março de 2025 e deixa o cargo para concentrar sua atuação na presidência da MT Gás. Durante sua gestão, a prioridade foi concluir as etapas burocráticas e operacionais que permitiram colocar a ZPE em funcionamento.

Nos bastidores, a escolha de Francis também é vista como um movimento para aproximar ainda mais o projeto da região oeste do Estado. Ex-prefeito de Cáceres por dois mandatos, ele assume com a missão de transformar a estrutura já implantada em um polo efetivo de atração de investimentos, geração de empregos e industrialização.

A expectativa é que as primeiras negociações com potenciais investidores ganhem força ainda no segundo semestre, paralelamente às discussões para ampliar a capacidade energética necessária para viabilizar a instalação das futuras indústrias.

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