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AGU destaca diálogo entre Estado e empresas em evento de integridade empresarial

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O advogado-geral da União, Jorge Messias, defendeu a construção de um ambiente de negócios mais íntegro e confiável comprometido com o interesse público, na abertura do Dia da Integridade Empresarial 2026, realizada nesta terça-feira (30/6) em Brasília. Promovido pela Controladoria-Geral da União (CGU), o evento segue até o dia 1º de julho e contou com a participação de empresários e autoridades do governo federal.

Jorge Messias destacou que o poder público deve incentivar a integridade das empresas indo além de benefícios. Ele acredita que a Premiação Pró-Ética 2025-2026, realizada durante o evento, deve ser entendido como um compromisso permanente com valores éticos. “Bonificar o bom comportamento do parceiro privado é importante, mas não é suficiente. A agenda da integridade hoje ultrapassa a lógica da recompensa. Ela alcança uma dimensão muito mais nobre: um compromisso ético e político com aquilo que é correto. No fundo, estamos discutindo algo muito simples: fazer o que é certo, da forma certa e pela razão certa”, disse o advogado-geral da União.

O advogado-geral da União enfatizou a necessidade de preservar a humanidade tanto nas políticas públicas quanto nas decisões empresariais. “Instituições, por mais sólidas e confiáveis que sejam, são feitas por pessoas. Precisamos valorizar e cuidar das pessoas. Esse é o convite que deixo: pensem nas pessoas antes de tomar qualquer decisão”, finalizou Messias.

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Parceria

Na abertura do evento, o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho, destacou a atuação conjunta entre CGU e AGU. Para ele, o papel da AGU na consolidação da política de integridade empresarial e no combate à corrupção, junto à CGU, foi determinante para os avanços dos últimos anos.

“Sem a participação da Advocacia-Geral da União, nós não teríamos alcançado resultados tão promissores na agenda de integridade empresarial”, disse o ministro. Ele também apontou que o incentivo aos programas de integridade e ao fortalecimento da relação de confiança entre o Estado e o setor empresarial garantem um ambiente de negócios mais saudável no país. “Principalmente na agenda de combate à corrupção, por meio da negociação conjunta dos acordos de leniência, da atuação da AGU nos processos administrativos sancionadores e da construção de novos programas de compliance dentro das empresas”, completou.

Dia da Integridade Empresarial

Organizado pela Secretaria de Integridade Privada da CGU, com apoio institucional do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da ApexBrasil, da Fundação Habitacional do Exército (FHE/Poupex) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Dia da Integridade Empresarial 2026 reúne autoridades públicas, representantes do setor empresarial, especialistas, pesquisadores e integrantes da sociedade civil para debater boas práticas de integridade, governança corporativa e acordos de leniência. O destaque do evento é a cerimônia de premiação do Pró-Ética 2025-2026, iniciativa do governo federal que reconhece empresas que adotam elevados padrões de integridade, transparência, prevenção à corrupção e responsabilidade socioambiental.

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Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU

Fonte: Advocacia-Geral da União

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MGI e Enap homologam classificação final de cargos com etapas específicas no CPNU 2

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a Fundação Escola Nacional de Administração Pública (Enap) homologaram, nesta sexta-feira (3/7), o resultado definitivo da classificação final de pessoas candidatas aprovadas em cargos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) que ainda dependiam da conclusão de etapas específicas previstas no edital de abertura. A homologação consta do Edital Enap nº 207 e contempla pessoas candidatas habilitadas às vagas imediatas e à lista de espera dos cargos submetidos à Fase 5, à Fase 6 e à segunda etapa do certame.

A publicação conclui o ciclo classificatório dessas carreiras e permite que os órgãos e entidades responsáveis avancem nos procedimentos administrativos necessários ao provimento das vagas, observadas a ordem de classificação, a existência de vagas, os requisitos legais de investidura e a adequação orçamentária e financeira.

As listas abrangem cargos dos blocos temáticos 1 — Seguridade Social: Saúde, Assistência Social e Previdência Social; 3 — Ciência, Dados e Tecnologia; 4 — Engenharia e Arquitetura; 6 — Desenvolvimento Socioeconômico; e 7 — Justiça e Defesa.

Entre os cargos contemplados está o de Analista Técnico de Justiça e Defesa — Qualquer Área de Formação, único do CPNU 2 submetido à Fase 5. O cargo integra a carreira de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa, uma carreira transversal sob gestão do MGI, com atuação voltada ao fortalecimento da capacidade do Estado em áreas estratégicas relacionadas à justiça, à segurança e à defesa nacional. Esta é a primeira seleção para a carreira, que ofertou 250 vagas.

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Também foram homologados os resultados de cargos submetidos à Fase 6, composta por prova oral e defesa de memorial, além de cargos que passaram pela segunda etapa do certame, como curso ou programa de formação. No caso da segunda etapa, estão contemplados cargos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Agência Nacional do Cinema (Ancine), nos blocos 3, 4 e 6.

A relação completa das pessoas candidatas aprovadas poderá ser consultada página do CPNU na Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela execução do concurso. Segundo o edital, o inteiro teor do resultado definitivo da classificação final ficará disponível a partir das 16h desta sexta-feira (3/7), observado o horário oficial de Brasília.

A publicação desta sexta-feira não corresponde à divulgação do resultado final geral do CPNU 2, já realizada em março, mas à homologação da classificação final dos cargos que ainda dependiam da conclusão dessas etapas adicionais. Com isso, o MGI e a Enap encerram mais uma fase importante da segunda edição do concurso, criado para ampliar a capacidade de seleção do Estado brasileiro e organizar, de forma integrada, o ingresso de novos servidores em órgãos e entidades da Administração Pública Federal. 

Etapas previstas

O CPNU 2 foi estruturado com etapas gerais aplicáveis ao conjunto do certame e, para determinados cargos, fases adicionais definidas de acordo com as especificidades das carreiras. Segundo o edital, os resultados homologados nesta sexta-feira são apresentados por órgão, cargo ou especialidade, número de inscrição, nome da pessoa candidata, notas correspondentes à etapa aplicada, nota final ponderada, classificação na ampla concorrência e nas modalidades de concorrência afirmativa, além da situação no cargo ou especialidade.

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A Fase 5 corresponde à investigação social e funcional, de caráter eliminatório. Já a Fase 6 é composta por prova oral e defesa de memorial. A segunda etapa, quando prevista, está relacionada a curso ou programa de formação específico para a carreira.

CPNU 2 em números

A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado ofertou 3.652 vagas em 32 órgãos federais, distribuídas em nove blocos temáticos. Do total, 3.144 vagas foram destinadas a cargos de nível superior e 508 a cargos de nível intermediário.

As provas objetivas foram aplicadas em 5 de outubro de 2025 e as provas discursivas em 7 de dezembro de 2025. O certame manteve medidas voltadas à democratização do acesso ao serviço público federal, com reserva de vagas para pessoas negras, pessoas com deficiência, indígenas e quilombolas, além de mecanismo para ampliar a participação de mulheres entre as pessoas convocadas para a etapa discursiva.

O CPNU é uma iniciativa criada e coordenada pelo MGI para organizar, de forma integrada, concursos públicos para órgãos e entidades da Administração Pública Federal. Inspirado no modelo do Enem, o concurso permite que uma mesma pessoa candidata concorra a diferentes cargos dentro de um bloco temático, conforme a ordem de preferência indicada no momento da inscrição. 

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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