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Governo promove audiência pública para discutir combate à pirataria e venda de produtos irregulares em plataformas digitais
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O governo federal promove na próxima segunda-feira (14/9), audiência pública para discutir os desafios no combate à comercialização de produtos falsificados, contrafeitos, pirateados, contrabandeados e irregulares em plataformas digitais.
Entre os organizadores da audiência está Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), que tem a participação da Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
A iniciativa terá formato híbrido, com participação presencial e on-line, e visa reunir diferentes setores envolvidos no comércio eletrônico para coletar contribuições e subsidiar o aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento ao mercado ilícito no ambiente digital.
Também estão na organização da audiência o Comitê Técnico de Infraestrutura da Qualidade (CTIQ) do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro); a Secretaria Nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e a Secretaria de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Novo cenário
A expansão do comércio eletrônico ampliou a circulação de produtos no ambiente digital, mas também abriu novas possibilidades para a oferta de mercadorias adulteradas, falsificadas, pirateadas, contrabandeadas ou comercializadas em desacordo com normas brasileiras de produção, registro, certificação, autorização, rotulagem, rastreabilidade e comercialização.
O problema ultrapassa a proteção da propriedade intelectual. Segundo o edital que convocou a audiência, a venda desses produtos pode produzir impactos sobre a proteção e a segurança dos consumidores, a saúde pública, a conformidade dos produtos, a arrecadação tributária, a concorrência e a efetividade das políticas públicas de prevenção e repressão ao mercado ilícito, além de afetar a vigilância de mercado.
Serviço
Audiência pública sobre a comercialização de produtos contrafeitos e irregulares em plataformas digitais
Data: 14 de setembro de 2026
Horário: 9h às 17h
Local: Auditório Tancredo Neves – Palácio da Justiça – Brasília (DF)
Formato: híbrido, com participação presencial e on-line, pelo canal do YouTube @MJSPgov
Os interessados em acompanhar a audiência como ouvintes deverão realizar inscrição por formulário eletrônico disponibilizado nos sites do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e do Portal Único da Infraestrutura da Qualidade (Combate à Pirataria — Ministério da Justiça e Segurança Pública). O formulário ficará disponível por dez dias corridos a partir da publicação do edital (https://forms.gle/GNXuwDFpVtsHX7jN7) . As vagas presenciais estarão condicionadas à capacidade do local, e a participação remota observará os limites técnicos da plataforma utilizada.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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Nota de esclarecimento
A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) atualizou, nesta sexta-feira (11), as informações a respeito das ações e medidas tomadas, após incêndio em um dos pavilhões de frutas do Entreposto Terminal São Paulo (ETSP), na zona oeste da capital paulista.
A CEAGESP informa que as reivindicações dos comerciantes estão sendo atendidas, entre elas gradis, iluminação, internet e reforço na segurança, em sintonia com o comitê que representa os comerciantes afetados pelo incêndio, em reuniões periódicas desde domingo, 6 de setembro. A Companhia ressalta que uma de suas primeiras providências foi a de isentar, tanto de aluguéis quanto de taxas, todos os atingidos pela ocorrência e reembolsar os pagamentos já efetuados.
Na tarde desta sexta-feira (11), uma nova reunião com o comitê discutiu a os detalhes da proposta de ocupação da área do Estacionamento E2, local onde os 124 comerciantes serão alocados provisoriamente, em estrutura que começa a ser montada na próxima semana, com banheiros, câmaras frias e outras infraestruturas que os comerciantes mantinham no espaço comprometido pelo incêndio.
Emergencialmente, e de acordo com reivindicação do comitê, os comerciantes afetados pela ocorrência retomaram, já na segunda-feira, 7 de setembro, a comercialização em espaços organizados próximos ao pavilhão sinistrado, minimizando, assim, os impactos econômicos do comprometimento do espaço que ocupavam.
A perícia técnica da Polícia Federal para apurar as causas do incêndio foi realizada na quarta-feira, 9 de setembro, e nesta sexta-feira (11), a Defesa Civil de São Paulo liberou a área do pavilhão sinistrado.
A partir de segunda-feira (14), terá início a operação de limpeza do local e levantamento mais detalhado dos danos, a fim de dar início ao processo de desconstrução e reconstrução total da área atingida, estimada em cerca de 12 meses, e retorno dos comerciantes às suas áreas de origem.
O Entreposto Terminal São Paulo permanece em funcionamento normalmente e não há risco de desabastecimento, com o maior entreposto da América do Sul mantendo a sua missão de abastecer São Paulo, Região Metropolitana de São Paulo, interior e outros estados.
A Companhia ressalta que desde os primeiros momentos da ocorrência foram mobilizados o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil, as equipes da CEAGESP e demais órgãos responsáveis, com prioridade absoluta para a segurança, o controle da situação e a adoção das providências necessárias.
A CEAGESP, mais uma vez, se solidariza, com todos os comerciantes atingidos e reforça seu compromisso com a transparência e permanece à disposição da imprensa para esclarecimentos adicionais.
Coordenadoria de Comunicação da CEAGESP*
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
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