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COMÉRCIO DO CRIME

Criminosos são presos em bar com 10 tabletes de skank e revólver 

Dupla guardava e vendia drogas no estabelecimento, segundo denúncia; PM apreendeu ainda pasta base, munições e dinheiro

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Os policiais encontraram os 10 tabletes de skank e porções de pasta base de cocaína sobre uma mesa

Dois homens, de 19 e 22 anos, foram presos na noite desta quinta-feira (10), suspeitos de usar um bar no bairro Jardim São Luiz, em Cáceres, como ponto de armazenamento e venda de drogas. No local, foram encontrados 10 tabletes de skank, além de porções de pasta base de cocaína, um revólver, 15 munições de calibre .38, celulares e R$ 350 em dinheiro.

A ação começou após a Polícia Militar receber denúncias de que drogas estariam sendo comercializadas no estabelecimento e de que os responsáveis pelo tráfico mantinham armas de fogo no local.

Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram os dois suspeitos, que tentaram fugir, mas foram detidos. Durante a revista de um deles, os militares localizaram uma sacola com as 15 munições de calibre .38.

As buscas continuaram dentro do bar. Os policiais encontraram os 10 tabletes de skank e porções de pasta base de cocaína sobre uma mesa. Um revólver foi localizado escondido embaixo de uma pia.

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Segundo a PM, os dois homens afirmaram que armazenavam as drogas no bar por determinação de uma facção criminosa.

A dupla recebeu voz de prisão por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo e foi encaminhada à Delegacia de Cáceres, onde o caso foi registrado e ficou à disposição das autoridades para as demais providências.

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Avião que caiu não tinha registro e estava sem condições de voo

Três pessoas morreram na queda; Polícia Civil apura origem da aeronave, destino do voo e possíveis responsabilidades

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A situação documental do avião passou a ser um dos pontos investigados pela Polícia Civil

A aeronave bimotor que caiu na manhã desta quinta-feira (10), em uma região de mata de Água Boa, não possuía registro perante as autoridades de aviação brasileiras e, segundo os primeiros levantamentos, estava anteriormente em um hangar de Goiânia sem condições de voo. Três pessoas morreram no acidente e ainda não foram identificadas.

As informações foram levantadas durante as primeiras diligências realizadas após a queda. A aeronave teria sido adquirida há cerca de quatro meses por um novo proprietário e permanecia em um hangar no aeródromo de Goiânia. Até o momento, também não foi localizado plano de voo válido para o deslocamento realizado nesta quinta-feira.

Segundo a apuração inicial, o proprietário e outras duas pessoas embarcaram na aeronave e decolaram de Goiânia na manhã do acidente. O destino do voo ainda não foi esclarecido pelas autoridades.

A queda ocorreu em uma área de mata e provocou um incêndio que consumiu praticamente toda a aeronave. Os três ocupantes foram encontrados mortos no interior do avião. As condições dos destroços e a intensidade das chamas impediram, inicialmente, a identificação das vítimas e a confirmação da própria aeronave.

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A situação documental do avião passou a ser um dos pontos investigados pela Polícia Civil, que também busca esclarecer quem eram os ocupantes, qual seria o destino do voo e em que circunstâncias a aeronave deixou Goiânia.

Apesar das irregularidades encontradas até agora, os investigadores não localizaram indícios de que o avião transportasse drogas ou outro tipo de carga ilícita.

A ocorrência foi atendida inicialmente pela equipe da Delegacia de Água Boa, acionada por volta das 8h30. Corpo de Bombeiros e Polícia Militar também estiveram no local para combater as chamas e isolar a área.

Equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Polícia Civil realizaram os primeiros levantamentos periciais. A investigação deverá avançar com a identificação das vítimas e da aeronave, além da análise das circunstâncias da queda e de eventuais responsabilidades relacionadas ao voo.

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