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MDIC divulga seleção do InovAtiva de Impacto 2026

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), divulga os 72 empreendimentos selecionados para o ciclo 2026 do InovAtiva de Impacto.

Realizado pelo MDIC e pelo Sebrae, com apoio da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), execução da Fundação CERTI e coexecução do Impact Hub, o programa inicia sua jornada de aceleração no próximo dia 15 de junho com um webinar de boas-vindas aos participantes.

Alinhado à Nova Indústria Brasil (NIB) e à Estratégia Nacional de Economia de Impacto (Enimpacto), o InovAtiva de Impacto possui como foco o desenvolvimento de soluções para desafios reais da indústria e o fortalecimento de cadeias produtivas estratégicas.

Na edição deste ano, o programa adota um novo formato, com vagas exclusivas para empreendimentos dos seis estados que integram o Sistema Nacional de Economia de Impacto (Simpacto): Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Pará, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A mudança reflete uma estratégia de aprofundamento territorial, com o engajamento de governos, instituições e ecossistemas locais.

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Cada um desses estados está conectado a uma cadeia produtiva prioritária: água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação (Alagoas); moda criativa sustentável (Ceará); reciclagem e economia circular (Espírito Santo); cadeia produtiva do açaí (Pará); tecnologias de impacto (Pernambuco); e moda e confecção sustentável (Rio Grande do Norte).

“A inovação se fortalece quando se aproxima das realidades produtivas de cada território. Por isso levamos o programa a esses estados, conectando empreendimentos de impacto aos setores com maior potencial de transformação em cada região”, afirma a secretária da SEV, Julia Cruz.

Os empreendimentos terão acesso a mentorias especializadas, capacitações, conexão com desafios da indústria regional, oportunidades de networking e possibilidade de premiação financeira.

Confira os selecionados

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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CGU promove debate sobre os desafios e aprendizados das avaliações de impacto regulatório

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A Controladoria-Geral da União (CGU) realizará, no próximo dia 23 de junho, das 10h30 às 12h, a 8ª edição do ciclo de debates Conexões Acadêmicas, iniciativa que aproxima a produção científica das discussões e desafios da administração pública. Nesta edição, o tema será “Avaliações de Impacto Regulatório: o que aprendemos e o que ainda precisamos aprender”. 

O evento reunirá especialistas da academia e do governo federal para debater os resultados de uma pesquisa recentemente publicada no periódico Regulation & Governance, que analisa como diferentes estratégias de institucionalização da Análise de Impacto Regulatório (AIR) influenciam a qualidade das avaliações produzidas pelas agências reguladoras brasileiras. 

A abertura contará com a participação da secretária de Integridade Pública da CGU, Patrícia Alvares de Azevedo Oliveira, e do secretário Federal de Controle Interno, Ronald da Silva Balbe. 

O painel será composto por Alketa Peci, professora titular da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (EBAPE/FGV), e por Flávio Saab, diretor do Departamento de Política Regulatória do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A moderação ficará a cargo de Carlos Roberto Ruchiga Corrêa Filho, coordenador-geral de Qualidade Regulatória da CGU. 

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Durante o encontro, os participantes apresentarão os principais resultados do estudo “Hitting the Target, but Missing the Point in Regulatory Impact Assessments: Does Bureaucratization Lead to Better RIAs?” (em português “Acertando o alvo, mas perdendo de vista o objetivo nas Avaliações de Impacto Regulatório: a burocratização contribui para a melhoria das AIRs?”), que investiga os fatores institucionais que afetam a qualidade das análises de impacto regulatório no Brasil. 

A pesquisa demonstra que, embora a AIR tenha se consolidado como instrumento obrigatório na administração pública federal, processos excessivamente burocratizados podem comprometer sua efetividade e afastar as avaliações de seus objetivos originais. O estudo também contribui para compreender por que órgãos submetidos ao mesmo marco normativo apresentam níveis distintos de capacidade analítica. 

Além da apresentação dos achados acadêmicos, o debate abordará as implicações práticas desses resultados para a administração pública federal e para o aperfeiçoamento contínuo dos processos de avaliação regulatória no país. 

 

Serviço 

8ª edição do Conexões Acadêmicas 

Tema: Avaliações de Impacto Regulatório: o que aprendemos e o que ainda precisamos aprender 

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Data: 23 de junho de 2026 

Horário: 10h30 às 12h 

Link de transmissão: https://www.youtube.com/live/0D14zcFsSxc 

Fonte: Controladoria-Geral da União

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