BRASIL & MUNDO
MME reforça atuação regional em minerais estratégicos em reunião do Subgrupo de Mineração e Geologia do MERCOSUL
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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta semana, da Reunião do Subgrupo de Trabalho de Mineração e Geologia do MERCOSUL (SGT-15), realizada em Assunção, no Paraguai. A agenda regional teve como foco o fortalecimento de políticas públicas conjuntas para minerais críticos e estratégicos com foco na aceleração da transição energética nos países do bloco.
Durante os dois dias de reuniões, representantes dos países membros discutiram experiências internacionais, estratégias regionais e propostas para a construção de um Plano Regional de Minerais Estratégicos do MERCOSUL, iniciativa desenvolvida com apoio técnico do Fórum Intergovernamental sobre Mineração, Minerais, Metais e Desenvolvimento Sustentável (IGF). O grupo é responsável por promover a integração política da geologia e mineração na América do Sul, fortalecendo a cooperação regional e o intercâmbio técnico de conhecimento.
Representando o Brasil, participaram o coordenador-geral de Minerais Estratégicos e Transição Energética no Setor Mineral do MME, Gustavo Masili, e a coordenadora-geral de Planejamento Mineral do MME, Mariana Fontineli.
Durante os debates, Masili apresentou iniciativas brasileiras voltadas ao desenvolvimento sustentável da mineração e ao aproveitamento estratégico dos minerais críticos para fortalecimento da segurança energética e industrial.
“Os minerais estratégicos desempenham papel central na transição energética global. O fortalecimento da cooperação regional é fundamental para que os países do MERCOSUL avancem de forma integrada, sustentável, soberana e competitiva nesse cenário”, destacou Masili.
Mariana Fontineli também ressaltou a importância da coordenação entre os países para o desenvolvimento de cadeias produtivas mais resilientes e sustentáveis.
“A integração regional pode ampliar oportunidades para o desenvolvimento dos países-membros do MERCOSUL em matéria de minerais estratégicos, fortalecendo capacidades de negociação, promovendo maior segurança de suprimento e contribuindo para a construção de cadeias de valor mais sustentáveis e competitivas”, afirmou.
A programação também contou com debates sobre experiências internacionais de blocos econômicos, como União Europeia, Associação do Sudeste Asiático (ASEAN) e União Africana.
A participação do MME reforça o compromisso do Governo do Brasil com o desenvolvimento sustentável do setor mineral e a construção de novas soluções regionais voltadas ao fortalecimento da integração produtiva e da cooperação entre os países-membros do MERCOSUL, diante dos desafios e oportunidades da transição energética global.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL & MUNDO
Consulta pública sobre o legado da Copa Feminina recebe sugestões na área do turismo
O Governo do Brasil abriu consulta pública para ouvir a população sobre os legados da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027, que será realizada no país. A iniciativa busca reunir propostas que contribuam para a construção de um plano voltado ao desenvolvimento social e econômico em diferentes regiões brasileiras.
A participação pode ser feita até segunda-feira (25), por meio da plataforma Brasil Participativo, onde a população poderá contribuir com ideias sobre quais transformações o país deve priorizar com a realização do evento.
No setor do turismo, poderão ser apresentadas, por exemplo, propostas voltadas à qualificação de profissionais para receber visitantes, melhorias na acessibilidade turística, ampliação da conectividade e da mobilidade urbana nas cidades-sede, além de iniciativas de promoção internacional dos destinos brasileiros.
A consulta pública pode ser acessada neste link.
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a realização da Copa do Mundo Feminina representa uma oportunidade estratégica para fortalecer o turismo brasileiro e promover os destinos nacionais no cenário internacional. “Grandes eventos esportivos movimentam a economia, geram emprego e renda e deixam benefícios permanentes para as cidades. A participação da população nessa construção é fundamental para que o legado da Copa também contribua para o desenvolvimento do turismo em diferentes regiões do país”, destacou.
Sediada pela primeira vez na América do Sul, a competição representa uma oportunidade para impulsionar o turismo nacional, ampliar a visibilidade internacional dos destinos brasileiros e movimentar a economia nas cidades que receberão as partidas.
As contribuições recebidas irão auxiliar na construção do Plano Nacional do Legado Social e Esportivo da Copa do Mundo Feminina 2027, elaborado pelo Governo do Brasil, em parceria com diferentes órgãos e entidades.
Os interessados podem acessar a plataforma Brasil Participativo e responder à pergunta: “Qual legado você quer para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027?”.
Serviço
- O quê: Consulta pública sobre os legados da Copa do Mundo Feminina de 2027
- Prazo para participação: até segunda-feira, 25 de maio
- Como participar: pela plataforma Brasil Participativo
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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