BRASIL & MUNDO
MPor lança terceira fase da campanha Assédio Não Decola e cartilha de combate à violência contra as mulheres
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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) lança, nesta segunda-feira (25), no Aeroporto Internacional de Brasília, a terceira fase da campanha Assédio Não Decola. Na ocasião, também será lançada a cartilha Orientações e Apoio para o Combate à Violência contra as Mulheres.
A nova etapa da campanha reforça ações de conscientização, orientação e divulgação de canais de denúncia em aeroportos de todo o país, com foco na prevenção da violência contra as mulheres e no fortalecimento da rede de proteção. Durante a ação no aeroporto, passageiros e trabalhadores do setor aéreo serão orientados sobre como identificar situações de risco, formas de acolhimento e canais de apoio e denúncia.
A cartilha reúne orientações sobre diferentes tipos de violência: física, psicológica, sexual, moral, patrimonial e virtual, além de divulgar canais de atendimento. A iniciativa integra as ações do ministério para promover ambientes mais seguros, respeitosos e acolhedores no setor aeroportuário.
Credenciamento
Profissionais de imprensa interessados na cobertura do evento deverão enviar solicitação de credenciamento para o e-mail: [email protected].
Serviço
Evento: Lançamento da terceira fase da campanha Assédio Não Decola
Data: Segunda-feira, 25 de maio
Horário: 10h
Local: Balcão de Informações de Embarque do Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
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Consulta pública sobre o legado da Copa Feminina recebe sugestões na área do turismo
O Governo do Brasil abriu consulta pública para ouvir a população sobre os legados da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027, que será realizada no país. A iniciativa busca reunir propostas que contribuam para a construção de um plano voltado ao desenvolvimento social e econômico em diferentes regiões brasileiras.
A participação pode ser feita até segunda-feira (25), por meio da plataforma Brasil Participativo, onde a população poderá contribuir com ideias sobre quais transformações o país deve priorizar com a realização do evento.
No setor do turismo, poderão ser apresentadas, por exemplo, propostas voltadas à qualificação de profissionais para receber visitantes, melhorias na acessibilidade turística, ampliação da conectividade e da mobilidade urbana nas cidades-sede, além de iniciativas de promoção internacional dos destinos brasileiros.
A consulta pública pode ser acessada neste link.
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a realização da Copa do Mundo Feminina representa uma oportunidade estratégica para fortalecer o turismo brasileiro e promover os destinos nacionais no cenário internacional. “Grandes eventos esportivos movimentam a economia, geram emprego e renda e deixam benefícios permanentes para as cidades. A participação da população nessa construção é fundamental para que o legado da Copa também contribua para o desenvolvimento do turismo em diferentes regiões do país”, destacou.
Sediada pela primeira vez na América do Sul, a competição representa uma oportunidade para impulsionar o turismo nacional, ampliar a visibilidade internacional dos destinos brasileiros e movimentar a economia nas cidades que receberão as partidas.
As contribuições recebidas irão auxiliar na construção do Plano Nacional do Legado Social e Esportivo da Copa do Mundo Feminina 2027, elaborado pelo Governo do Brasil, em parceria com diferentes órgãos e entidades.
Os interessados podem acessar a plataforma Brasil Participativo e responder à pergunta: “Qual legado você quer para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027?”.
Serviço
- O quê: Consulta pública sobre os legados da Copa do Mundo Feminina de 2027
- Prazo para participação: até segunda-feira, 25 de maio
- Como participar: pela plataforma Brasil Participativo
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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