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Curso fortalece capacidades municipais para enfrentar impactos das mudanças climáticas

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O curso Urgência Climática – Implementando Soluções em Territórios Urbanos Vulneráveis está com as inscrições abertas, até o dia 30 de junho, e vai selecionar dez equipes municipais para participar.

Promovido pelo Ministério das Cidades, com apoio do Lincoln Institute of Land Policy, o intuito é fortalecer a capacidade dos municípios para enfrentar os desafios que impostos pelas mudanças climáticas nos centros urbanos.

O curso será virtual e gratuito, entre os dias 3 de agosto e 30 de setembro, com atividades síncronas e conteúdo técnico-científico voltado à integração entre políticas urbanas, redução de riscos e adaptação climática, especialmente em áreas urbanas vulneráveis.

Podem participar municípios com população igual ou superior a 100 mil habitantes e grupos de municípios pertencentes ao mesmo arranjo populacional que, juntos, alcancem essa quantidade. Lembrando que as cidades já contempladas nas edições anteriores do curso (2023 e 2025), não poderão se inscrever.

Os municípios selecionados deverão formar equipes técnicas multidisciplinares preferencialmente compostas por servidores das áreas de planejamento urbano, habitação, saneamento, meio ambiente e setores correlatos. O edital também incentiva a diversidade de gênero, raça, de formação profissional e de áreas de atuação entre os participantes.

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Ao longo da formação, serão abordados temas como mudanças climáticas e urbanização, justiça climática, vulnerabilidade urbana, gestão de riscos e soluções baseadas na natureza. A programação também prevê momentos de intercâmbio de experiências entre as cidades participantes.

Em 2025 tivemos a última edição do curso que reuniu cerca de 170 profissionais brasileiros e contou ainda com a participação de uma equipe de Cabo Verde, fortalecendo a troca de experiências internacionais.

O resultado provisório da seleção será divulgado até 10 de julho de 2026, e o resultado será publicado até 21 de julho de 2026.

As inscrições podem ser realizadas por meio do formulário disponível no site da Redus. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail [email protected].

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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MDS e MJSP firmam acordo para integrar Centros Pop à Rede Cais com investimento anual de R$ 50 milhões

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Integrar estratégias de redução de riscos e danos para cidadãos em extrema vulnerabilidade. Com esse intuito, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) firmou um acordo de cooperação técnica e financeira com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para fortalecer a rede de serviços do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

A iniciativa prevê o investimento anual de R$ 50 milhões e viabilizará a integração de 263 Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centros-Pop) à Rede Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social (Cais). O acordo foi assinado nesta segunda-feira (22.06), em Brasília, durante solenidade para marcar o início da Semana Nacional de Políticas sobre Drogas.

Os recursos devem ser transferidos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad), gerido pelo MJSP, diretamente para o Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS). Na modalidade fundo a fundo, o repasse aos entes federados (estados, municípios e Distrito Federal) deve ocorrer de forma ágil e desburocratizada, garantindo a aplicação imediata na qualificação do atendimento socioassistencial e no suporte técnico adequado às equipes locais.

O titular do MDS, ministro Wellington Dias, destacou que a medida é fruto de um diagnóstico minucioso realizado em parceria com instituições de ensino superior e visitas técnicas a unidades de acolhimento. “A partir desse diagnóstico, fizemos com a nossa equipe uma série de avaliações em nossa rede e passamos a atuar junto com as universidades do Brasil, inspecionando as unidades de acolhimento que trabalham nessa área. O nosso objetivo é garantir a aplicação de protocolos que tragam plenas condições de segurança tanto para os profissionais que atuam na ponta quanto para os usuários que recebem os benefícios”, explicou.

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Wellington Dias também celebrou os indicadores positivos alcançados pela pasta e a união de esforços federais. “Quero destacar os avanços que tivemos. Levantamentos recentes demonstram o incremento dos benefícios humanos e o aumento da sensação de acolhimento dos atendidos, o que comprova a relevância e o impacto positivo dessas ações. Com esse trabalho conjunto, unindo recursos do MDS e do Ministério da Justiça, estamos fortalecendo os pontos de atenção voltados à população em situação de rua, criando uma rede de proteção robusta e eficiente”, ressaltou o ministro.

A articulação interministerial também foi defendida pelo ministro do MJSP, Wellington César, que apontou o acordo como um pilar essencial para a modernização das diretrizes de segurança pública no país. “Estamos estruturando uma política pública baseada em uma compreensão integrada, sistêmica e contemporânea da segurança pública. Trata-se de um exame que supera falsos dilemas e reconhece que o combate ao crime organizado e a prevenção da violência são faces indissociáveis de uma mesma estratégia nacional”, afirmou.

Segundo o titular do MJSP, as ações preventivas e o acolhimento social reduzem o espaço de atuação das organizações criminosas. “A segurança pública exige inteligência, investigação robusta, operação federativa, fortalecimento institucional e a firme capacidade de nos articularmos para desarticular as organizações criminosas que desafiam o Estado brasileiro”, complementou Wellington César.

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Também no evento, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, ressaltou o impacto macroeconômico e social de se investir na recuperação e reinserção de indivíduos vulneráveis antes que sejam capturados pelo sistema prisional. “Um dos itens fundamentais do plano de segurança pública do governo que está sendo lançado é, precisamente, o controle dos presídios, de onde muitas vezes o crime organizado comanda atividades que vitimizam as comunidades”, contextualizou Barroso.

O ministro alertou para a ineficácia do encarceramento em massa de pequenos delitos e defendeu o tratamento da dependência química sob a ótica da saúde pública. “O encarceramento hipertrofiado e desnecessário de réus primários acaba realimentando a criminalidade em vez de pacificar a sociedade. Devemos focar em quem realmente comanda o crime. Ações como esta retomam o grande propósito de uma política de drogas humanizada, voltada à saúde física, evitando o tratamento puramente penal e cuidando das pessoas que sofrem com esses transtornos”, ponderou Barroso. 

Assessoria de Comunicação – MDS

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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