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Governo do Brasil entrega 14ª Casa do Trabalhador e reforça expansão da rede do Sine no país

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, esteve nesta quarta-feira (23) em Palmas (TO), onde entregou à população a 14ª unidade reestruturada da Casa do Trabalhador. A reestruturação das unidades do Sine faz parte de um projeto nacional de revitalização do sistema que o MTE vem conduzindo desde o início da atual gestão. Até o fim do ano, a expectativa é entregar à população 25 novos postos do sistema, em todo o país, dentro desse novo formato. 

A reestruturação oferece aos trabalhadores um espaço com os diversos serviços do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) reunidos em um mesmo local, como intermediação de mão de obra, oferta de vagas de emprego com suporte à pré-seleção de candidatos, solicitação de Seguro-Desemprego e Abono Salarial, além de políticas de qualificação profissional para acesso aos cursos oferecidos pelo sistema do Sine. “A nova configuração física permite maior capacidade de atendimento e organização dos fluxos de trabalho para oferecer ao trabalhador e às empresas parceiras todos os serviços prestados pelo Ministério”, ressaltou o ministro.

Presente na entrega da unidade à população, o secretário de Governo do Tocantins, Deocleciano Gomes Filho, que representou o governador no evento, ressaltou que o desemprego em Palmas vem caindo a cada ano e que o emprego tem registrado recordes de geração de vagas. “Os índices de desemprego têm sido os menores da nossa história, e a Casa do Trabalhador tem como missão oferecer oportunidades de qualificação para que os trabalhadores possam preencher essas novas vagas que surgem”, afirmou, parabenizando o ministro pela entrega da estrutura revitalizada no Tocantins.

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A reestruturação chegou também à unidade da Casa do Empreendedor (Sine Palmas), onde o ministro Luiz Marinho, juntamente com o prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, fez a inauguração de mais uma unidade do Sine na Casa do Empreendedor. “É uma unidade voltada à promoção do emprego, do empreendedorismo e da inclusão produtiva de trabalhadores no Tocantins”, frisou o ministro, destacando aos trabalhadores que desejam empreender que, no Sine, terão à sua disposição uma variedade de serviços essenciais gratuitos, seja para abrir, regularizar ou ampliar sua atuação no mercado de trabalho.

Na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do estado, o ministro deu sequência à agenda de entregas, assinando com a Controladoria do estado um Termo de Intenções visando à reestruturação do prédio onde funcionam os dois órgãos. Luiz Marinho conversou com servidores sobre a nova realidade do MTE e a intenção do governo de investir na reestruturação das superintendências. “Serão destinados aqui recursos para melhorar o atendimento de trabalhadores que buscam a Superintendência. Além da estrutura, vamos também investir em pessoal, para oferecer ao trabalhador um 

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O ministro se reuniu também com representantes do Fórum de Gestores do estado, no Instituto Federal do Tocantins, onde conversou com gestores de vários órgãos sobre a necessidade de mais investimentos em políticas públicas de emprego, possibilitando maior inserção de trabalhadores no mercado de trabalho. “As políticas públicas são executadas nos territórios. Precisamos de gestores engajados para que elas cheguem efetivamente à população local”, avaliou.

Mais informações sobre a Casa do Trabalhador podem ser acessadas aqui.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Senacon instaura processo contra 99 Food para apurar descumprimento da Portaria da Transparência

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Brasília, 24/6/2026 – A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), instaurou processo administrativo sancionador contra a 99 Food nesta quarta-feira (24), para apurar o descumprimento da Portaria nº 61, de 24 de março de 2026, que estabelece regras de transparência para plataformas digitais de entrega e transporte. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.

A medida faz parte do acompanhamento realizado pela Senacon para verificar a implementação das novas obrigações pelas empresas abrangidas pela norma, que determina o detalhamento das tarifas cobradas e a apresentação clara da composição dos valores envolvidos nas operações.

O secretário nacional do Consumidor, Ricardo Morishita, destaca que a transparência prevista na regulamentação não representa uma nova obrigação criada pela portaria, mas a aplicação de um direito já assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor.

“A transparência é um direito básico do consumidor previsto no Código de Defesa do Consumidor há 35 anos. Garantir informações claras sobre preços e serviços é fundamental para equilibrar as relações de consumo e permitir que consumidores exerçam a liberdade de escolha”, afirma.

As empresas que, ao final dos processos administrativos sancionadores, tiverem confirmadas infrações às regras previstas na Portaria nº 61/2026 poderão sofrer sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, incluindo multas que podem chegar a R$ 14 milhões.

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Em maio, a Senacon já havia instaurado processos administrativos contra o iFood e a Keeta após identificar indícios de descumprimento das obrigações previstas na norma.

A fiscalização teve início em 24 de abril, após o encerramento do prazo de 30 dias concedido às plataformas para adaptação às novas regras. Desde então, a Senacon passou a avaliar as informações disponibilizadas pelas empresas e verificar se consumidores têm acesso a dados claros sobre a composição dos valores cobrados e repassados.

Transparência na composição dos valores

A Portaria nº 61/2026 determina que aplicativos de transporte e entrega apresentem, de forma detalhada, a divisão dos valores envolvidos em cada operação. O objetivo é ampliar a transparência e permitir que todos os participantes da relação de consumo compreendam como os preços são formados.

Entre as informações que devem ser disponibilizadas estão:

  • o valor total pago pelo consumidor;
  • o valor destinado à plataforma pela intermediação do serviço,
  • o valor repassado ao motorista ou entregador, incluindo gorjetas e adicionais;
  • no caso dos serviços de entrega, a parcela destinada ao estabelecimento comercial.

Segundo a Senacon, a medida busca reduzir a assimetria de informações no ambiente digital e garantir maior clareza nas relações entre consumidores, trabalhadores e empresas.

Direito à informação

Em nota técnica elaborada pela Secretaria, a Senacon destaca que a Portaria nº 61/2026 regulamenta deveres de transparência já previstos no Código de Defesa do Consumidor, especialmente o direito à informação adequada, clara e precisa sobre produtos e serviços.

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A avaliação do órgão é de que, em muitos casos, o consumidor tem acesso apenas ao valor final da corrida ou do pedido, sem visualizar como esse montante é distribuído entre a plataforma, o prestador do serviço e, nos casos de delivery, o estabelecimento comercial.

Para a Secretaria, a ausência dessas informações dificulta a comparação entre serviços, limita a capacidade de escolha do consumidor e pode impedir a identificação de eventuais cobranças indevidas ou práticas abusivas.

A Senacon ressalta ainda que medidas semelhantes já são adotadas em outros países, como França, Alemanha, Espanha e Estados Unidos, onde plataformas digitais possuem obrigações de informar a composição dos valores cobrados dos usuários.

Ainda de acordo com a Secretaria, a regulamentação não interfere na liberdade das empresas para definir preços, mas busca assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo e garantir que as decisões dos usuários sejam tomadas com base em informações completas.

A fiscalização permanece em andamento, com análise das medidas adotadas pelas plataformas e acompanhamento contínuo do cumprimento das regras estabelecidas pela Portaria nº 61/2026.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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