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Ministério das Comunicações apresenta plano nacional para ampliar o acesso à internet e reduzir a exclusão digital no Brasil

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O Ministério das Comunicações apresentou, nesta quarta-feira (1º), em Brasília (DF), o relatório final do Plano Nacional de Inclusão Digital (PNID), documento que estabelece as diretrizes para ampliar o acesso à internet, reduzir as desigualdades digitais e orientar as políticas públicas de inclusão digital em todo o país.

Elaborado ao longo de nove meses, o plano reúne um diagnóstico inédito sobre a conectividade no Brasil e organiza as ações do Governo Federal em três eixos estratégicos: infraestrutura e acesso às tecnologias da informação e comunicação, democratização do acesso digital e desenvolvimento de competências e habilidades digitais.

Durante a apresentação, o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Hermano Tercius, destacou que o plano amplia o olhar sobre a inclusão digital, indo além da expansão da infraestrutura.

“Ficamos muito satisfeitos por conseguir fazer essa entrega. O primeiro grande ponto é trazer para as ações do Governo não só o trabalho de infraestrutura, mas também os outros eixos que contribuem para a inclusão digital, em especial as habilidades digitais dos brasileiros e a democratização do acesso, que envolve a capacidade de pagamento, pela população, tanto do serviço quanto dos dispositivos”, afirmou.

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A construção do PNID contou com ampla participação do governo e da sociedade. Ao todo, contribuíram para a elaboração do documento 18 ministérios e 22 entidades e associações da sociedade civil, consolidando uma estratégia nacional para enfrentar os desafios da inclusão digital.

A secretária-adjunta da Casa Civil, Beatriz Vasconcelos, ressaltou que o plano fornece uma base sólida para orientar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e à redução das desigualdades.

“Na nossa perspectiva, a inclusão digital não é apenas um fator de redução da desigualdade, mas também uma agenda de economia e desenvolvimento. Outro ponto importante é que o letramento digital nos ajuda no combate a golpes e fraudes no ambiente virtual”, destacou.

O PNID propõe ações voltadas à ampliação da conectividade, ao acesso da população à internet e aos dispositivos digitais e ao fortalecimento das competências necessárias para o uso seguro, crítico e consciente das tecnologias. O objetivo é orientar iniciativas capazes de promover a inclusão digital como ferramenta de cidadania, desenvolvimento social e crescimento econômico.

O relatório final do Plano Nacional de Inclusão Digital já está disponível no portal do Ministério das Comunicações.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

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Fonte: Ministério das Comunicações

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MGI e Enap homologam classificação final de cargos com etapas específicas no CPNU 2

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a Fundação Escola Nacional de Administração Pública (Enap) homologaram, nesta sexta-feira (3/7), o resultado definitivo da classificação final de pessoas candidatas aprovadas em cargos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) que ainda dependiam da conclusão de etapas específicas previstas no edital de abertura. A homologação consta do Edital Enap nº 207 e contempla pessoas candidatas habilitadas às vagas imediatas e à lista de espera dos cargos submetidos à Fase 5, à Fase 6 e à segunda etapa do certame.

A publicação conclui o ciclo classificatório dessas carreiras e permite que os órgãos e entidades responsáveis avancem nos procedimentos administrativos necessários ao provimento das vagas, observadas a ordem de classificação, a existência de vagas, os requisitos legais de investidura e a adequação orçamentária e financeira.

As listas abrangem cargos dos blocos temáticos 1 — Seguridade Social: Saúde, Assistência Social e Previdência Social; 3 — Ciência, Dados e Tecnologia; 4 — Engenharia e Arquitetura; 6 — Desenvolvimento Socioeconômico; e 7 — Justiça e Defesa.

Entre os cargos contemplados está o de Analista Técnico de Justiça e Defesa — Qualquer Área de Formação, único do CPNU 2 submetido à Fase 5. O cargo integra a carreira de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa, uma carreira transversal sob gestão do MGI, com atuação voltada ao fortalecimento da capacidade do Estado em áreas estratégicas relacionadas à justiça, à segurança e à defesa nacional. Esta é a primeira seleção para a carreira, que ofertou 250 vagas.

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Também foram homologados os resultados de cargos submetidos à Fase 6, composta por prova oral e defesa de memorial, além de cargos que passaram pela segunda etapa do certame, como curso ou programa de formação. No caso da segunda etapa, estão contemplados cargos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Agência Nacional do Cinema (Ancine), nos blocos 3, 4 e 6.

A relação completa das pessoas candidatas aprovadas poderá ser consultada página do CPNU na Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela execução do concurso. Segundo o edital, o inteiro teor do resultado definitivo da classificação final ficará disponível a partir das 16h desta sexta-feira (3/7), observado o horário oficial de Brasília.

A publicação desta sexta-feira não corresponde à divulgação do resultado final geral do CPNU 2, já realizada em março, mas à homologação da classificação final dos cargos que ainda dependiam da conclusão dessas etapas adicionais. Com isso, o MGI e a Enap encerram mais uma fase importante da segunda edição do concurso, criado para ampliar a capacidade de seleção do Estado brasileiro e organizar, de forma integrada, o ingresso de novos servidores em órgãos e entidades da Administração Pública Federal. 

Etapas previstas

O CPNU 2 foi estruturado com etapas gerais aplicáveis ao conjunto do certame e, para determinados cargos, fases adicionais definidas de acordo com as especificidades das carreiras. Segundo o edital, os resultados homologados nesta sexta-feira são apresentados por órgão, cargo ou especialidade, número de inscrição, nome da pessoa candidata, notas correspondentes à etapa aplicada, nota final ponderada, classificação na ampla concorrência e nas modalidades de concorrência afirmativa, além da situação no cargo ou especialidade.

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A Fase 5 corresponde à investigação social e funcional, de caráter eliminatório. Já a Fase 6 é composta por prova oral e defesa de memorial. A segunda etapa, quando prevista, está relacionada a curso ou programa de formação específico para a carreira.

CPNU 2 em números

A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado ofertou 3.652 vagas em 32 órgãos federais, distribuídas em nove blocos temáticos. Do total, 3.144 vagas foram destinadas a cargos de nível superior e 508 a cargos de nível intermediário.

As provas objetivas foram aplicadas em 5 de outubro de 2025 e as provas discursivas em 7 de dezembro de 2025. O certame manteve medidas voltadas à democratização do acesso ao serviço público federal, com reserva de vagas para pessoas negras, pessoas com deficiência, indígenas e quilombolas, além de mecanismo para ampliar a participação de mulheres entre as pessoas convocadas para a etapa discursiva.

O CPNU é uma iniciativa criada e coordenada pelo MGI para organizar, de forma integrada, concursos públicos para órgãos e entidades da Administração Pública Federal. Inspirado no modelo do Enem, o concurso permite que uma mesma pessoa candidata concorra a diferentes cargos dentro de um bloco temático, conforme a ordem de preferência indicada no momento da inscrição. 

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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