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OPERAÇÃO ELO OCULTO

Facção mata jovem de 20 anos por suspeita de ser informante

Vítima foi executada dentro de uma casa noturna em Poxoréu; vereador é alvo de prisão temporária durante operação da Polícia Civil.

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Entre os alvos da operação está um vereador de Poxoréu, contra quem foi decretada prisão temporária

A jovem de 20 anos executada a tiros dentro de uma casa noturna em Poxoréu, em maio deste ano, teria sido morta após integrantes de uma facção criminosa suspeitarem que ela repassava informações à Polícia Militar. A conclusão é da investigação conduzida pela Polícia Civil, que deflagrou, na manhã desta terça-feira (14), a Operação Elo Oculto para aprofundar a apuração do crime.

Segundo as investigações, a vítima passou a ser considerada “informante” da facção porque a mãe trabalhava na base da Polícia Militar do município e ela costumava ajudá-la na unidade. A simples presença da jovem no local teria levado integrantes da organização criminosa a decretarem sua morte.

O homicídio ocorreu na madrugada de 10 de maio, quando um homem armado invadiu a casa noturna às margens da MT-130 e efetuou diversos disparos contra a vítima. Ela foi atingida em regiões vitais e morreu ainda no local.

Para esclarecer a execução, a Polícia Civil cumpriu oito ordens judiciais em Poxoréu, Primavera do Leste e Canarana. Foram expedidos sete mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária.

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Entre os alvos da operação está um vereador de Poxoréu, contra quem foi decretada prisão temporária. A investigação não detalha, até o momento, qual seria a participação dele no caso.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais buscam apreender celulares, documentos e outros materiais que possam esclarecer a dinâmica do homicídio, identificar novos envolvidos e individualizar a atuação de cada investigado.

Batizada de “Elo Oculto”, a operação faz referência às conexões investigadas entre os suspeitos, a execução da jovem e os fatos ocorridos após o crime. O inquérito segue sob sigilo.

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Polícia caça acusado de perseguir delegado e intimidar familiares

Investigado teria acompanhado a rotina da autoridade policial, da esposa e do filho para intimidar e tentar interferir em processo criminal

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O suspeito, no entanto, não foi localizado durante a operação e é considerado foragido

Um homem de 41 anos, réu por suposta participação em organização criminosa, passou a ser investigado por perseguir e monitorar um delegado da Polícia Civil e familiares da autoridade policial em uma tentativa de intimidação relacionada ao processo criminal que responde na Justiça.

Segundo a Polícia Civil, após se tornar réu, o investigado passou a acompanhar a rotina do delegado responsável pelas investigações que resultaram em seu indiciamento. A apuração aponta ainda que ele monitorava os deslocamentos da esposa, do filho e de outros familiares do policial com o objetivo de constranger a autoridade e interferir na ação penal.

Para apurar os novos crimes de coação no curso do processo e ameaça, a Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (14), a Operação Autoritas, em Cuiabá. Foram cumpridas duas ordens de busca e apreensão e expedido um mandado de prisão contra o investigado.

O suspeito, no entanto, não foi localizado durante a operação e é considerado foragido. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá.

A operação foi realizada por equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco). Conforme a Polícia Civil, o nome “Autoritas” faz referência à autoridade legítima do Estado representada pelos agentes públicos no exercício de suas funções.

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