DESAVENÇA FATAL
Quatro são alvos de operação por assassinato em Vila Rica
Crime é investigado como resultado de conflito entre integrantes de grupo criminoso; mandados foram cumpridos em três municípios.
POLÍCIA
Um homicídio ocorrido em Vila Rica (1.259 km de Cuiabá) motivou uma operação da Polícia Civil na manhã deste domingo (13). Quatro pessoas apontadas como envolvidas no crime foram alvo de mandados judiciais cumpridos nos municípios de Vila Rica, Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha.
De acordo com a investigação, o assassinato teria sido motivado por desavenças entre a vítima e integrantes de um grupo criminoso que atua na região. Além das prisões, os policiais realizaram buscas para apreender materiais que possam reforçar as provas já reunidas e auxiliar na identificação da participação de cada investigado.
A Operação Manhattan foi coordenada pela Delegacia de Polícia Civil de Vila Rica, responsável pelo inquérito, com apoio da Polícia Militar. O nome da ação faz referência ao Loteamento Nova York, bairro onde o homicídio foi cometido.
Os materiais apreendidos serão analisados e passarão a integrar a investigação, que segue em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do crime e identificar outros possíveis envolvidos.
POLÍCIA
Justiça bloqueia R$ 5,4 milhões de alvos por sonegação
Decisões atingem imóveis, veículos e ativos financeiros de pessoas físicas e empresas investigadas pela Polícia Civil.
A Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 5,4 milhões em bens e ativos financeiros de pessoas físicas e empresas investigadas por crimes contra a ordem tributária em Mato Grosso. As medidas foram adotadas em quatro inquéritos conduzidos pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz).
As decisões judiciais atingem 14 imóveis, 21 veículos e valores em contas bancárias, que permanecerão indisponíveis durante o andamento das investigações. Entre os bens bloqueados estão apartamentos, casas, imóveis comerciais, propriedades rurais e participações em imóveis localizados em Mato Grosso, Bahia e São Paulo.
Segundo a Polícia Civil, o objetivo é impedir que os investigados transfiram, ocultem ou dilapidem o patrimônio antes da conclusão dos processos, garantindo recursos para eventual ressarcimento aos cofres públicos caso as irregularidades sejam confirmadas.
As medidas cautelares foram determinadas por meio do Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud), com bloqueio de até R$ 5.470.870,81, além do sequestro e da indisponibilidade dos bens.
As investigações fazem parte das ações do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT), força-tarefa formada pela Polícia Civil, Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Ministério Público Estadual (MPMT), responsável por investigar crimes tributários e recuperar recursos desviados dos cofres públicos.
De acordo com o Cira-MT, outras medidas patrimoniais estão em andamento no âmbito das investigações.
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