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ASSASSINATO VIOLENTO

Suspeito de matar jovem a golpes de faca em Itiquira é preso em MS

Investigado, de 29 anos, foi localizado em Campo Grande quase quatro meses após o crime ocorrido no distrito de Ouro Branco do Sul

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Um homem de 29 anos, investigado pela morte de Diego Padilha, de 27, foi preso preventivamente pela Polícia Civil de Mato Grosso na terça-feira (8), em Campo Grande (MS). O homicídio ocorreu na madrugada de 31 de maio de 2026, no distrito de Ouro Branco do Sul, em Itiquira, a 357 quilômetros de Cuiabá.

Diego foi atacado nas proximidades de uma casa noturna e sofreu diversos golpes de arma branca. Ele não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu ainda em decorrência da agressão.

Após o crime, o suspeito deixou a região e passou a permanecer em endereço desconhecido. A equipe da Delegacia de Polícia de Itiquira deu continuidade às investigações e reuniu informações que apontaram o homem como possível responsável pelo homicídio.

Com base nos elementos obtidos durante o inquérito, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do investigado. O pedido foi posteriormente autorizado pela Justiça.

Suspeito foi localizado em Campo Grande

Com o avanço das diligências, os investigadores conseguiram identificar o paradeiro do suspeito em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

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Uma equipe da Delegacia de Itiquira se deslocou até a capital sul-mato-grossense para cumprir a ordem judicial. A ação contou com o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros).

Após ser localizado e preso, o investigado foi encaminhado às autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça, que dará prosseguimento ao processo.

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Polícia Civil mira grupo suspeito de tráfico e lavagem de dinheiro em MT

Operação cumpre 23 ordens judiciais e investiga estrutura criminosa que atuaria na distribuição de drogas em Cuiabá, Várzea Grande e Brasília

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (9), a Operação Nexo, que tem como alvo um grupo investigado por envolvimento com tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de capitais.

Ao todo, são cumpridas 23 ordens judiciais, sendo oito mandados de prisão preventiva, sete de busca e apreensão e oito determinações para bloqueio de contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela Justiça após representação elaborada com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

De acordo com a Polícia Civil, os investigados estariam envolvidos em diferentes etapas da cadeia do tráfico, desde a aquisição e distribuição dos entorpecentes até a comercialização das drogas e a movimentação dos valores obtidos ilegalmente.

As ações desta quarta-feira têm como finalidade interromper as atividades do grupo, apreender materiais que possam contribuir com o inquérito, identificar outros possíveis integrantes e aprofundar a apuração sobre a movimentação financeira dos investigados.

Investigação começou na Operação Hidra

A Operação Nexo é resultado do avanço das investigações iniciadas durante a Operação Hidra, deflagrada pela Denarc em fevereiro e maio deste ano.

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Na ocasião, os investigadores identificaram uma estrutura criminosa que teria atuação voltada ao tráfico de drogas em Cuiabá, Várzea Grande e Brasília (DF).

Com o aprofundamento das apurações, os policiais conseguiram reunir novas informações sobre o funcionamento do grupo, incluindo a forma de aquisição, distribuição e comercialização dos entorpecentes, além do caminho percorrido pelo dinheiro obtido com a atividade ilícita.

Segundo as investigações, o grupo apresentaria uma estrutura organizada e permanente, com funções distribuídas entre os integrantes. As atribuições abrangeriam desde o fornecimento das drogas e sua distribuição até a arrecadação e circulação dos recursos financeiros.

Contas são bloqueadas

Durante o levantamento das informações, os investigadores também identificaram movimentações financeiras que teriam relação com as atividades criminosas.

Diante dos indícios, a Polícia Civil solicitou à Justiça o bloqueio das contas bancárias dos investigados. A medida busca evitar que os recursos sejam transferidos, ocultados ou dissipados antes da conclusão das apurações.

Os materiais recolhidos durante o cumprimento dos mandados serão analisados pelos investigadores e poderão fornecer novas informações sobre a atuação do grupo e a eventual participação de outras pessoas.

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Nome faz referência às conexões do grupo

A operação foi batizada de Nexo em alusão às conexões estabelecidas entre os investigados e aos vínculos identificados dentro da estrutura criminosa.

As investigações continuam, especialmente com a análise dos materiais apreendidos durante a operação. A Polícia Civil busca esclarecer toda a extensão das atividades do grupo e reunir elementos para a conclusão do inquérito.

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