Search
Close this search box.

VAGAS DE EMPREGO

Hospital Central tem mais de 200 vagas abertas em Cuiabá

Interessados em qualquer uma das funções devem acessar o site https://career8.successfactors.com/career?company=C0001240283P 

Publicados

COTIDIANO

As oportunidades são inclusive para aqueles que estão em busca do primeiro emprego

O Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, unidade pública administrada pelo Einstein Hospital Israelita, está com mais de 200 vagas abertas para profissionais de ensino médio e técnico, nas áreas de auxiliar de farmácia, técnico administrativo, técnico de enfermagem e técnico de engenharia clínica. As oportunidades são inclusive para aqueles que estão em busca do primeiro emprego.

Para auxiliar de farmácia, cargo de nível médio, os interessados precisam ter o segundo grau completo e saber utilizar o pacote Office. A função envolve a organização, a distribuição e a dispensação de medicamentos nas farmácias das unidades assistenciais, além do contato com as equipes de almoxarifado. São cerca de 50 vagas abertas para este cargo.

O técnico administrativo ocupa função de atendimento, para a qual é necessário ter o segundo grau completo. Os colaboradores fazem o atendimento a pacientes, acompanhantes e familiares. Atuam no apoio às equipes assistenciais e ficam responsáveis pelo cadastro de pacientes, cadastro de exames em sistemas e agendamentos. Também é necessário ter algum conhecimento do pacote Office. São quase 70 vagas abertas para esta função.

Leia Também:  Sindicato rural cobra investigação sobre queimada do ICMBio

“Essas são duas vagas de apoio assistencial. Não prestam assistência direta, mas são atividades muito importantes, porque estão ligadas ao atendimento final do paciente”, explica Ana Júlia Leme, gerente de Recursos Humanos do Hospital Central.

Para profissionais com formação específica, estão abertas vagas para enfermeiros e técnicos em enfermagem, com mais de 100 oportunidades, e para técnico de engenharia clínica. Esta última função fica encarregada da operação de equipamentos hospitalares, como dispositivos de bomba de infusão e demais elétricos e eletrônicos no centro cirúrgico, por exemplo. Na medicina diagnóstica, atua no suporte à operação do tomógrafo, do aparelho de ressonância magnética, do raio-x, entre outros. Sua formação é em técnico de manutenção de equipamentos biomédicos ou em eletrônica. São dez oportunidades disponíveis.

Técnicos de enfermagem e enfermeiros recém-graduados são bem-vindos às vagas, como informa Ana Júlia. “São cargos de entrada. Ou seja, todos têm chance de crescer com oportunidade interna futura, entrada no mercado de trabalho, oportunidade de desenvolvimento com o investimento que o Einstein faz em educação e capacitação”.

Leia Também:  Sindicato rural cobra investigação sobre queimada do ICMBio

Para a equipe multiprofissional, serão abertas vagas para assistente social, fisioterapeuta e psicólogo. Já estão abertos editais para fonoaudiólogos e farmacêuticos

Interessados em qualquer uma das funções devem acessar o site https://career8.successfactors.com/career?company=C0001240283P e buscar as oportunidades abertas para Cuiabá.

Propaganda

COTIDIANO

Sindicato rural cobra investigação sobre queimada do ICMBio

Entidade afirma que atividade precisa ser esclarecida e defende que órgãos ambientais obedeçam às mesmas regras exigidas dos produtores

Publicados

em

O episódio também reacende a discussão sobre o tratamento dado aos produtores rurais durante o período de incêndios no Pantanal

O Sindicato Rural de Poconé cobrou investigação sobre a ocorrência registrada na segunda-feira (7) em uma área próxima à base operacional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Poconé. Segundo informações divulgadas pela imprensa regional, uma equipe do Corpo de Bombeiros identificou uma área com queima de madeira nas proximidades da estrutura do instituto e conduziu um servidor à Delegacia de Polícia Civil.

Posteriormente, o ICMBio informou que não houve detenção e esclareceu que a atividade tinha caráter preventivo, com queima controlada de resíduos vegetais provenientes da limpeza da área.

Diante das versões apresentadas, o Sindicato Rural defende, em nota à imprensa, que sejam esclarecidas as circunstâncias da ocorrência, incluindo a natureza da atividade, eventual autorização, o local exato onde ocorreu a queima, os procedimentos adotados e os critérios técnicos e legais utilizados. A entidade afirma que não pretende antecipar qualquer julgamento sobre responsabilidades, mas considera necessária uma apuração imparcial e transparente.

Para o sindicato, o episódio também reacende uma discussão sobre o tratamento dado aos produtores rurais durante o período de incêndios no Pantanal. A entidade afirma que pecuaristas que vivem na região enfrentam anualmente períodos de seca extrema e, em muitos casos, estão entre os primeiros a atuar no combate ao fogo.

Leia Também:  Sindicato rural cobra investigação sobre queimada do ICMBio

“O setor produtivo não defende o uso irregular do fogo. Defende segurança jurídica, critérios técnicos objetivos, orientação adequada e igualdade de tratamento perante a lei”, afirma o Sindicato Rural de Poconé.

A entidade questiona ainda se os mesmos critérios e exigências aplicados aos produtores rurais para o uso do fogo também são observados em atividades de prevenção e manejo realizadas por órgãos ambientais dentro ou no entorno de unidades de conservação.

O sindicato cita como exemplo as exigências feitas aos produtores, como autorizações, procedimentos específicos, equipamentos, aceiros e registros, e defende que eventuais atividades de manejo do fogo realizadas por órgãos públicos também sejam submetidas a critérios técnicos e legais claros.

Além da investigação sobre o episódio, a entidade defende maior participação dos produtores rurais, sindicatos, comunidades locais, municípios, Corpo de Bombeiros, órgãos ambientais e instituições de pesquisa na formulação das políticas de prevenção e combate aos incêndios.

Outro ponto levantado é a criação e ampliação de unidades de conservação no Pantanal, incluindo medidas relacionadas ao Parque Nacional do Pantanal e à Estação Ecológica de Taiamã. O sindicato afirma reconhecer a importância da conservação ambiental, mas sustenta que a ampliação das áreas protegidas deve ser acompanhada de estrutura, gestão, fiscalização e capacidade efetiva de prevenção e combate aos incêndios.

Leia Também:  Sindicato rural cobra investigação sobre queimada do ICMBio

Ao final, a entidade defende que as políticas para o Pantanal sejam baseadas em ciência, diálogo e conhecimento local. Para o sindicato, o enfrentamento aos incêndios exige maior estrutura e integração entre os órgãos públicos, além de regras claras e fiscalização imparcial.

Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA