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TIGRINHO LIDERA

Levantamento aponta os jogos de cassino mais buscados em 2025

Estudo mostra domínio de Fortune Tiger nas buscas por jogos de cassino no Brasil, seguido por Aviator, que segue entre os mais populares na KTO.

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COTIDIANO

Fortune Tiger, também conhecido como “Jogo do Tigrinho”, segue liderando as buscas

Um levantamento do portal Aposta Legal revelou os jogos de cassino online mais procurados no Brasil em 2025. O estudo indica que os slots, especialmente o Fortune Tiger, também conhecido como “Jogo do Tigrinho”, concentram quatro vezes mais buscas que qualquer outro tipo de jogo. Com esse desempenho, o título lidera com ampla vantagem, consolidando-se como o mais popular entre os brasileiros.

Os crash games, categoria que inclui o Aviator, aparecem na sequência, representando a segunda modalidade mais buscada do país. Ainda assim, a diferença entre os formatos é expressiva: para cada jogador interessado em crash games, existem cerca de quatro procurando por slots.

De acordo com o relatório, o Fortune Tiger lidera o ranking de interesse com cerca de 47% do volume de buscas, seguido por Aviator, com aproximadamente 19%, e Fortune Ox, que ocupa a terceira posição com 10%. A pesquisa reforça que, mesmo distante do líder, o Aviator mantém presença estável entre os títulos preferidos, consolidando-se como o crash game mais reconhecido pelos jogadores.

Aviator lidera entre os crash games

Dentro do segmento de crash games, o Aviator segue isolado na liderança. Desenvolvido pela Spribe, o jogo mantém um público fiel e figura entre os principais produtos da KTO, casa de apostas licenciada pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

O levantamento mensal da plataforma confirma essa tendência. No relatório de dezembro de 2025, o Aviator ocupou a oitava posição geral de popularidade, com 12,24% de participação entre os crash games, número que o coloca muito à frente de concorrentes como JetX (2,46%) e Spaceman (0,92%).

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A popularidade do Aviator está ligada à sua mecânica simples, baseada em decisões rápidas para sacar antes que o avião “decole” definitivamente. A constância nas listas mensais demonstra que o jogo do aviãozinho mantém relevância mesmo em meio à expansão dos slots e outros formatos: a KTO aponta que o jogo esteve no topo entre os crash games em todos os meses de 2025, sustentando taxas médias de engajamento superiores a 10%.

Comparativo em dados de plataforma

O domínio do Fortune Tiger é indiscutível nos dados de busca, mas encontra alguns rivais nas plataformas de cassino. Na KTO, o jogo registrou 35,42% de popularidade em dezembro, mas foi superado pelo jogo Touro Sortudo, com 41,14%.

Comparado ao desempenho do Aviator no mesmo mês (12,24%), a diferença se mantém alinhada aos números divulgados pelo Aposta Legal, que apontam uma diferença de três a quatro vezes entre os dois títulos.

Mesmo com a distância numérica, o Aviator se destaca por representar o principal título fora do universo dos slots a figurar com regularidade nas listas de jogos mais jogados no país. Isso reforça seu papel como ponto de entrada para novos jogadores no gênero crash, que exige decisões em tempo real.

Mercado ilegal ainda domina metade do setor

O crescimento do mercado regulado convive com um desafio paralelo: 51% das apostas no Brasil ainda ocorrem em casas ilegais, segundo levantamento da Yield Sec divulgado pelo Estadão. Essas operações movimentaram cerca de R$ 18,1 bilhões apenas no primeiro semestre de 2025, o que representa quase metade de todo o volume de apostas do país.

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Enquanto o governo tenta conter o avanço do mercado paralelo, a Secretaria de Prêmios e Apostas intensificou ações de bloqueio a sites irregulares, totalizando 15 mil domínios encerrados em 2025. Ainda assim, mais de duas mil plataformas continuam operando sem autorização.

YouTube reforça combate à promoção de apostas ilegais

O endurecimento da fiscalização também alcançou as redes sociais. Em março de 2025, o YouTube endureceu as regras para restringir conteúdos que promovem sites ilegais de apostas. A medida foi tomada após denúncias do Ministério do Esporte sobre canais e influenciadores que divulgavam plataformas não autorizadas com promessas enganosas de ganho fácil.

Com a mudança, qualquer menção a sites não licenciados passou a ser proibida, inclusive por meio de links, imagens ou citações verbais. Segundo o secretário da Snaede, Giovanni Rocco, o objetivo é garantir que apenas empresas regularizadas e hospedadas sob o domínio “.bet.br” possam ser promovidas. A ação foi considerada um avanço na proteção dos apostadores e na integridade do setor digital.

A KTO é operada pela APOLLO OPERATIONS LTDA., constituída sob as leis do Brasil, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) sob o número 54.923.003/0001-26. APOLLO OPERATIONS LTDA. está operando sob a portaria número 2093/2024 emitida pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF) em 30 de dezembro de 2024.

MENORES DE 18 ANOS NÃO ESTÃO AUTORIZADOS A REALIZAR APOSTAS.

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COTIDIANO

Sindicato rural cobra investigação sobre queimada do ICMBio

Entidade afirma que atividade precisa ser esclarecida e defende que órgãos ambientais obedeçam às mesmas regras exigidas dos produtores

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O episódio também reacende a discussão sobre o tratamento dado aos produtores rurais durante o período de incêndios no Pantanal

O Sindicato Rural de Poconé cobrou investigação sobre a ocorrência registrada na segunda-feira (7) em uma área próxima à base operacional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Poconé. Segundo informações divulgadas pela imprensa regional, uma equipe do Corpo de Bombeiros identificou uma área com queima de madeira nas proximidades da estrutura do instituto e conduziu um servidor à Delegacia de Polícia Civil.

Posteriormente, o ICMBio informou que não houve detenção e esclareceu que a atividade tinha caráter preventivo, com queima controlada de resíduos vegetais provenientes da limpeza da área.

Diante das versões apresentadas, o Sindicato Rural defende, em nota à imprensa, que sejam esclarecidas as circunstâncias da ocorrência, incluindo a natureza da atividade, eventual autorização, o local exato onde ocorreu a queima, os procedimentos adotados e os critérios técnicos e legais utilizados. A entidade afirma que não pretende antecipar qualquer julgamento sobre responsabilidades, mas considera necessária uma apuração imparcial e transparente.

Para o sindicato, o episódio também reacende uma discussão sobre o tratamento dado aos produtores rurais durante o período de incêndios no Pantanal. A entidade afirma que pecuaristas que vivem na região enfrentam anualmente períodos de seca extrema e, em muitos casos, estão entre os primeiros a atuar no combate ao fogo.

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“O setor produtivo não defende o uso irregular do fogo. Defende segurança jurídica, critérios técnicos objetivos, orientação adequada e igualdade de tratamento perante a lei”, afirma o Sindicato Rural de Poconé.

A entidade questiona ainda se os mesmos critérios e exigências aplicados aos produtores rurais para o uso do fogo também são observados em atividades de prevenção e manejo realizadas por órgãos ambientais dentro ou no entorno de unidades de conservação.

O sindicato cita como exemplo as exigências feitas aos produtores, como autorizações, procedimentos específicos, equipamentos, aceiros e registros, e defende que eventuais atividades de manejo do fogo realizadas por órgãos públicos também sejam submetidas a critérios técnicos e legais claros.

Além da investigação sobre o episódio, a entidade defende maior participação dos produtores rurais, sindicatos, comunidades locais, municípios, Corpo de Bombeiros, órgãos ambientais e instituições de pesquisa na formulação das políticas de prevenção e combate aos incêndios.

Outro ponto levantado é a criação e ampliação de unidades de conservação no Pantanal, incluindo medidas relacionadas ao Parque Nacional do Pantanal e à Estação Ecológica de Taiamã. O sindicato afirma reconhecer a importância da conservação ambiental, mas sustenta que a ampliação das áreas protegidas deve ser acompanhada de estrutura, gestão, fiscalização e capacidade efetiva de prevenção e combate aos incêndios.

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Ao final, a entidade defende que as políticas para o Pantanal sejam baseadas em ciência, diálogo e conhecimento local. Para o sindicato, o enfrentamento aos incêndios exige maior estrutura e integração entre os órgãos públicos, além de regras claras e fiscalização imparcial.

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