Search
Close this search box.

Geral

AGU lança mestrado em Direito e Advocacia Pública

Publicados

Geral

A Escola Superior da Advocacia-Geral da União (Esagu) lançou, nesta quarta-feira (15/4), o primeiro Mestrado Profissional em Direito e Advocacia-Pública. No evento de lançamento, realizado na sede da escola, em Brasília (DF), foi proferida a aula magna pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que foi ocupou o cargo de advogado-geral da União entre 2019 e 2020.

O ministro destacou a importância da dedicação dos servidores para a criação do mestrado, com vagas destinadas também às procuradorias estaduais e municipais. “Precisamos pensar numa governança e numa advocacia públicas, de âmbito nacional. O mestrado da AGU nasce na perspectiva não só de um curso acadêmico profissional não só para a Advocacia-Geral da União, mas a advocacia pública nacional com um todo”, salientou. “Que os advogados públicos tenham a oportunidade de receber formação com o que há de melhor sobre advocacia pública do mundo”, enfatizou.

André Mendonça destacou também a importância da advocacia pública para a sociedade: “O primeiro controle de legalidade, de imparcialidade e de impessoalidade na Administração Pública passa pela advocacia pública. “É por isso que profissionais bem qualificados são essenciais, para viabilizar projetos e contratações legais, com interesse público”, disse. Ainda segundo o ministro do STF, um bom começo para buscar a Justiça é não se fazer a injustiça. “O advogado público deve estar comprometido em evitar e prevenir a injustiça”, disse. “A AGU tem a vocação de formar profissionais para viabilizar políticas públicas com visão de Estado, visão de serviço público permanente”, finalizou.

Presente ao evento, o advogado-geral da União, Jorge Messias, destacou que a capacitação é essencial para oferecer o melhor para a sociedade brasileira. “A Escola da AGU é uma instituição de excelência.  A especialização em advocacia pública e o início do projeto do mestrado profissional demandou uma grande energia do órgão”, disse.

Messias explicou que houve a necessidade de construir um projeto pedagógico qualificado, engajar um corpo docente que integrasse professores da AGU, mas também professores de fora da Advocacia-Geral da União. “Essas necessidades precisaram ser adaptadas para cumprir os padrões regulatórios da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)”, complementou, ressaltando que o projeto foi gestado durante anos, com investimentos, reuniões, apresentação e adaptação do projeto.

Leia Também:  Fundo Social amplia em R$ 20 bilhões recursos do Minha Casa, Minha Vida

O advogado-geral da União também destacou que a satisfação da AGU em oferecer o seu mestrado profissional vem acompanhada do dever de o curso ser bem-sucedido. “O sucesso virá a partir da excelência acadêmica, da qualidade da produção cientifica e pelo engajamento que a qualificação oferecida fará na realidade do povo brasileiro”, salientou. “O povo espera de nós o melhor. E temos que oferecer membros e servidores engajados para fazer desta instituição uma referência no sistema de justiça brasileiro”, complementou Jorge Messias.

Aula magna

A aula magna foi proferida pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que pertenceu à carreira de advogado da União, sendo inclusive advogado-geral da União.  Ele destacou a importância da dedicação dos servidores para a criação do mestrado, com vagas dedicadas também às procuradorias estaduais e municipais. “Precisamos pensar numa governança e numa advocacia públicas, de âmbito nacional. O mestrado da AGU nasce na perspectiva não só de um curso acadêmico profissional não só para a Advocacia-Geral da União, mas a Advocacia Pública nacional com um todo”, salientou. “Que os advogados públicos tenham a oportunidade de receber formação com o que há de melhor sobre Advocacia Pública do mundo”, enfatizou.

Em outra parte da aula, André Mendonça disse que os cidadãos confiam nos agentes públicos. Nesse sentido, segundo o ministro, a Advocacia-Gera da União, por meio de cada um de seus membros, precisa estar comprometida que os cidadãos depositam na instituição, e na Justiça como um todo. “Estejam sempre comprometidos com respeito a esta relação de confiança. No mestrado, por exemplo, este aspecto impacta numa boa avaliação do curso”, assinalou.

Mendonça também salientou que a advocacia pública é essencial para as pessoas, porque o primeiro controle de legalidade, de imparcialidade e de impessoalidade na administração pública passa pela advocacia pública. “É por isso que profissionais bem qualificados são essenciais, para viabilizar projetos e contratações legais, com interesse público”, disse. Ainda segundo o ministro, um bom começo para buscar a Justiça é não se fazer a injustiça. “O advogado público deve estar comprometido em evitar e prevenir a injustiça”, disse. “A AGU tem a vocação de formar profissionais para viabilizar políticas públicas com visão de Estado, visão de serviço público permanente”, finalizou.

Leia Também:  Em Belém (PA), MDHC formaliza adesão do Pará ao Novo Viver sem Limite e apresenta ampliação de programa formativo nacional para qualificar lideranças

Durante a abertura do curso, o diretor da Esagu, João Carlos Souto lembrou que graças à atuação de milhares de membros e servidores da AGU, nas últimas décadas, foi possível realizar o sonho do mestrado. “O mestrado é fruto da importância da AGU. É gratificante constatar que a Advocacia-Geral da União tem o primeiro mestrado em direito do Poder Executivo do Brasil”.   Segundo o diretor, mais importante do que implantar o mestrado, é mantê-lo em alto nível. “Vamos precisar da colaboração de todos”, salientou.  O ex advogado-geral da União Bruno Bianco, também esteve presente na cerimônia, além de dirigentes de procuradorias da AGU, assessorias, membros e servidores da instituição.

Curso

O programa da primeira pós-graduação stricto sensu do Brasil dedicado à advocacia pública está estruturado em duas linhas de atuação: Direito, Advocacia Pública e Governança; e  Direito e Funções Institucionais da advocacia pública. O corpo docente é liderado pelo diretor-geral da Esagu, João Carlos Souto; pelo coordenador do programa, Henrique Fulgêncio e pelo coordenador adjunto, Eugenio Battesini.

A duração do curso é de 24 meses, com aulas presenciais nas instalações da Esagu em Brasília/DF, concentradas às quintas e sextas-feiras. O início das aulas está previsto para agosto de 2026.

Inscrições

As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de maio de 2026. Podem se inscrever, membros e servidores públicos efetivos dos três Poderes, da advocacia pública, Ministério Público e Defensoria Pública, bem como empregados públicos concursados em exercício na Administração Pública federal, estadual, distrital ou municipal e militares de carreira.

Ao todo, são ofertadas 24 vagas, sendo 12 para membros das carreiras jurídicas da AGU e 12 para demais agentes públicos. O processo seletivo reflete o compromisso da instituição com a diversidade, contando com vagas reservadas para ações afirmativas (pessoas pretas ou pardas, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência) e ações voltadas para a equidade de gênero.

Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU

Fonte: Advocacia-Geral da União

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Geral

MDS dá as boas-vindas aos novos municípios da Estratégia Alimenta Cidades

Publicados

em

Mais de mil municípios brasileiros passam a integrar uma nova etapa da Estratégia Alimenta Cidades, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O anúncio foi feito durante webinário de boas-vindas, realizado nesta sexta-feira (17.04), que marcou o início do ciclo Alimenta Cidades +1000 e apresentou diretrizes, ferramentas e experiências já implementadas no país.

Entre os exemplos apresentados, está o de Caxias do Sul (RS), que aderiu à estratégia ainda no primeiro edital, em 2024. À frente da implementação local, Cristina Fabian destacou os avanços conquistados desde então, especialmente em contextos de crise.

“Durante as enchentes no Rio Grande do Sul, as cozinhas solidárias tiveram papel fundamental. A experiência mostrou que, como executores da política de segurança alimentar, também precisamos fortalecer essas iniciativas. Foi a partir desse movimento que estruturamos o primeiro fórum de cozinhas solidárias do estado”, relatou. 

Coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan/MDS), a estratégia chega a uma nova fase com a publicação da Portaria nº 1.178. A ampliação para mais de mil municípios valoriza a atuação da gestão local, ao reconhecer que os territórios são o ponto de partida para respostas mais efetivas.

Com a adesão, os municípios passam a contar com apoio técnico e instrumentos para planejar e executar ações voltadas à garantia do direito à alimentação adequada.

Leia Também:  TV 3.0 avança no Brasil com lançamento de estação de testes em Brasília (DF)

Durante o webinário, a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, destacou que o país já acumula experiências bem-sucedidas na área.

“O Brasil já demonstrou que é possível construir sistemas alimentares mais justos, saudáveis e sustentáveis. Agora, o desafio é ampliar essa transformação, cidade por cidade, para que nós tenhamos um sistema de segurança alimentar vivo, presente em todos os territórios e é por isso que a gente faz esse chamado para que todos estejam conosco implementando no dia a dia o nosso sistema de segurança alimentar e nutricional”, afirmou.

A diretora do Departamento de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável do MDS, Patrícia Gentil, ressaltou que a estratégia contribui para identificar vazios de acesso à alimentação e organizar respostas estruturadas, especialmente em áreas mais vulneráveis.

“Muitas famílias vivem em territórios onde a comida saudável não chega ou chega com baixa qualidade e alto custo. É necessário organizar a ação pública para garantir que alimentos adequados cheguem, sobretudo, a quem mais precisa”, explicou. 

SISAN 

A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou o papel do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) na implementação da estratégia. Segundo ela, cerca de 70% dos municípios já aderiram ao sistema.

Leia Também:  Mais de 200 comunidades indígenas passam a acessar tecnologia com ações do Ministério das Comunicações

A estrutura permite a articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil, contribuindo para maior integração e efetividade das políticas públicas.

 “Quando falamos em governança, tratamos de intersetorialidade, participação social e melhores resultados. Integrar as ações do Governo Federal com os municípios é fundamental para avançarmos”, afirmou. 

Destaque internacional

João Marcelo Intini, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirmou que, dos 33 países que fazem parte da América Latina e do Caribe, o Brasil está entre os 11 que avançaram no combate à fome. 

“O Brasil, outra vez, saindo do mapa da fome, é um grande motor de inspiração, é um país que nos inspira, é um país que serve como uma grande referência de compromisso com o enfrentamento das desigualdades sociais e econômicas no campo e na cidade, isso nos serve como uma grande inspiração para dizer que sim, é possível”, afirmou.

Assessoria de Comunicação – MDS 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA