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CGU participa de agendas sobre integridade, ética e democracia no Rio de Janeiro

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A Controladoria-Geral da União (CGU) participou, nos dias 25 e 26 de maio, de uma série de compromissos institucionais no Rio de Janeiro, voltados ao desenvolvimento de práticas de integridade e transparência e à ampliação do diálogo entre diferentes setores da sociedade. A agenda contou com a participação da secretária de Integridade Pública, Patricia Alvares, e do secretário de Integridade Privada, Marcelo Pontes. 

A programação teve início com a participação da secretária Patricia Alvares no II Congresso Carioca de Integridade Pública, realizado no auditório do Museu do Amanhã no dia 25 de maio. Representando o ministro da CGU na mesa de abertura, a secretária destacou a importância da atuação colaborativa entre a União e os entes federativos para a consolidação de políticas de integridade em todo o país. 

Promovido pela Secretaria Municipal de Integridade e Transparência (SMIT), o congresso reuniu especialistas para debater os desafios e perspectivas da administração pública, com foco na integração entre inovação tecnológica, ética e transparência governamental. A programação contou ainda com palestra magna do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ricardo Villas Bôas Cueva. 

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No mesmo dia, Patricia também participou do seminário “Caminhos da Integridade”, organizado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que reuniu representantes do Instituto e da Secretaria de Integridade Pública da CGU para debater iniciativas voltadas ao aprimoramento da ética, da integridade e da transparência na administração pública. 

Responsável pela abertura do ciclo de palestras, a secretária ressaltou que a confiança da sociedade nas instituições públicas está diretamente relacionada à capacidade do Estado de oferecer serviços de qualidade, formular políticas públicas baseadas em evidências e assegurar processos decisórios transparentes e participativos. “A confiança é um ativo essencial para a administração pública. E ela se constrói por meio da formulação de políticas públicas equitativas, da transparência e da participação da sociedade nas decisões. Também depende da garantia de justiça e tratamento igualitário aos cidadãos, pilares de um sistema de integridade pública efetivo”, destacou. 

Também no Rio de Janeiro, o secretário de Integridade Privada da CGU, Marcelo Pontes, participou, no dia 26 de maio, do evento Conexão Compliance, encontro que destacou o papel das relações público-privadas para a consolidação da democracia. Durante o painel, foram discutidos os desafios e as oportunidades para ampliar a interlocução entre o setor público, a iniciativa privada e a sociedade civil, ressaltando a importância da cooperação institucional para a construção de políticas públicas mais eficazes e alinhadas aos interesses da população. 

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Para Marcelo Pontes, a democracia se fortalece por meio do diálogo e da transparência entre os diferentes atores sociais. “A democracia se consolida por meio da criação de espaços legítimos, transparentes e colaborativos de cooperação entre o governo, a sociedade civil e as entidades privadas. Esses ambientes de diálogo são fundamentais para fortalecer a confiança institucional e contribuir para a formulação de melhores políticas públicas”, afirmou. 

Patricia no RJ
A secretária Patricia Alvares, durante agenda. Foto: Divulgação

Marcelo no RJ
O secretário Marcelo Pontes durante evento no RJ. Foto: Renata Freire/Divulgação Globo

Fonte: Controladoria-Geral da União

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Líderes de 14 países da América Latina debatem fortalecimento de agências anticorrupção no Ceará

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A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Academia Internacional Anticorrupção (IACA) realizam, entre os dias 1º e 3 de junho de 2026, em Fortaleza (CE), o Encontro Regional de Especialistas da América Latina sobre a Mensuração da Efetividade das Agências Anticorrupção (AACs). O evento reúne cerca de 30 participantes, entre dirigentes de agências anticorrupção, especialistas de institutos nacionais de estatística e representantes de organizações internacionais. 

A abertura foi conduzida pela ministra substituta da CGU, Eveline Brito, e pelo reitor interino da IACA, Drago Kos. Eveline Brito destacou que a eficácia das instituições públicas está diretamente ligada à confiança da sociedade, que se fortalece por meio da entrega de resultados concretos e de políticas públicas livres da corrupção. Ela ressaltou a importância da transparência como instrumento fundamental para prevenir irregularidades e ampliar o controle social. 

“Em um mundo cada vez mais marcado pela inteligência artificial, pela desinformação e por profundas transformações sociais e políticas, a corrupção continua corroendo a confiança pública e ameaçando a democracia, o que exige vigilância e compromisso permanentes com a integridade e a transparência”, afirmou. 

O encontro também será um espaço para debates sobre temas emergentes na agenda global de integridade e combate à corrupção, como a transparência no financiamento político e a governança de dados para o uso estratégico de tecnologias voltadas ao fortalecimento da integridade pública e à prevenção da corrupção. 

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Além do Brasil, estão representados no evento os órgãos anticorrupção da Guatemala, Honduras, Panamá, Suriname e Peru, por meio de seus dirigentes máximos. Também participam representantes da Argentina, Costa Rica, El Salvador, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela. 

Multilateralismo pela integridade 

A iniciativa está alinhada à Resolução 10/4 da Conferência dos Estados Partes da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção (UNCAC, na sigla em ingês), que incentiva o desenvolvimento de instrumentos capazes de avaliar e fortalecer a atuação das agências anticorrupção. 

No âmbito de seu Programa Global de Mensuração da Corrupção (GPMC), a IACA desenvolveu, em 2025, uma metodologia voltada à avaliação da efetividade dessas instituições. O objetivo é identificar pontos fortes e oportunidades de aprimoramento, além de permitir a análise de tendências globais e regionais relacionadas ao desempenho dos órgãos responsáveis pela prevenção e pelo combate à corrupção. 

Mais de 50 agências participaram do projeto-piloto em 2025, incluindo a CGU. Os resultados contribuíram para o aperfeiçoamento da metodologia que será aplicada em 2026. 

O encontro de Fortaleza integra uma estratégia global da IACA para ampliar a adesão das agências anticorrupção à iniciativa. Ao longo do ano, também serão realizados encontros regionais no Butão, na Itália, no Egito e na Austrália. A expectativa é que cerca de 100 agências de diferentes países participem da edição 2026 da metodologia de avaliação. 

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Fonte: Controladoria-Geral da União

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