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MTE lança Comissão Nacional de Políticas de Equidade, Segurança e Saúde no Trabalho (CONESST)

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançou, nesta terça-feira (30), a Comissão Nacional de Políticas de Equidade, Segurança e Saúde no Trabalho (CONESST). A nova instância coordenará e integrará ações voltadas à promoção da equidade, da saúde e da segurança no trabalho, além da prevenção e do enfrentamento ao assédio, à violência e à discriminação no âmbito do Ministério.

Durante a cerimônia, o ministro do Trabalho e Emprego,Luiz Marinho, assinou a portaria que institui oficialmente a comissão e destacou que o ambiente de trabalho deve ser um espaço de respeito, inclusão e dignidade. Segundo ele, a promoção da equidade e o combate às violências são responsabilidades compartilhadas entre homens e mulheres e exigem o compromisso de todos os servidores na construção de uma cultura organizacional baseada no respeito às diferenças.

“O trabalho é um dos principais espaços de convivência da sociedade e, por isso, deve ser um ambiente de respeito, inclusão e dignidade para todas as pessoas. Construir relações de trabalho livres de violência e discriminação é uma responsabilidade coletiva e permanente”, afirmou o ministro.

O ministro também ressaltou que a comissão terá atuação permanente e deverá transformar diretrizes em ações concretas, por meio da articulação entre as unidades do Ministério e as Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTE). Para ele, ambientes organizacionais saudáveis são fundamentais para fortalecer o serviço público e ampliar a qualidade das políticas oferecidas à sociedade.

“A mudança depende do compromisso de cada servidor e de cada servidora. Todos somos formadores de opinião e temos responsabilidade na construção de ambientes mais respeitosos, saudáveis e igualitários”, destacou.

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Durante o lançamento, a coordenadora da CONESST, Maria Luiza Fonseca do Valle, apresentou os objetivos da nova estrutura e destacou que a iniciativa busca consolidar ambientes de trabalho mais acolhedores, inclusivos e livres de assédio, discriminação e violência.

A secretária-executiva adjunta do MTE, Luciana Nakamura, lembrou que a comissão é resultado de um processo de construção iniciado pelo Grupo de Trabalho Mulheres (GTMulheres), que reuniu representantes de diversas áreas do Ministério para desenvolver ações voltadas à equidade de gênero. Segundo ela, a experiência demonstrou que a atuação integrada permitiu implementar iniciativas pioneiras, como a sala de acolhimento, e agora será ampliada com a participação das SRTEs.

Luciana afirmou que, mais do que publicar normas, é preciso garantir que elas se traduzam em ações concretas.

“A comissão foi concebida para integrar esforços e fortalecer as políticas de equidade dentro do Ministério e em sua atuação junto à sociedade. Precisamos cuidar das pessoas que fazem o Ministério para que possamos cumprir, cada vez melhor, nossa missão de promover trabalho digno para a população brasileira”, concluiu.

Também participaram da cerimônia de lançamento da CONESST o secretário de Relações do Trabalho, Marcos Perioto; o secretário de Qualificação, Emprego e Renda, Henrique Aquino; o secretário de Economia Popular e Solidária, Fernando Zamban; o diretor de Gestão de Benefícios, João Paulo Ferreira Machado; e o assessor parlamentar do Ministério, Professor Luizinho.

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Comissão Nacional de Políticas de Equidade, Segurança e Saúde no Trabalho (CONESST)

A nova comissão integra a estrutura da CONESST e terá atuação permanente na formulação, coordenação e acompanhamento de políticas institucionais voltadas à construção de ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis, inclusivos e respeitosos.

Entre suas atribuições estão a proposição de diretrizes institucionais, a articulação entre as unidades do Ministério, a elaboração de diagnósticos, a promoção de ações de capacitação e a disseminação de boas práticas relacionadas à equidade de gênero, à prevenção das violências e ao combate às discriminações.

O colegiado será composto por representantes do Gabinete do Ministro, da Secretaria Executiva, das secretarias finalísticas, da Ouvidoria, da Corregedoria, da Comissão de Ética, das Assessorias Especiais, das Diretorias, da Subsecretaria de Estatísticas e Estudos do Trabalho, da Comissão Interna de Saúde e Segurança do Trabalho do Servidor Público (CISSP), da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação (CPEAD), da Fundacentro e por representantes de todas as Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego, garantindo abrangência nacional às ações.

A iniciativa também prevê a criação de Subcomissões Regionais nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego, responsáveis por implementar, nos estados, as diretrizes estabelecidas pela comissão nacional, fortalecendo a atuação integrada em todo o país.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MJSP estabelece dez projetos do Pronasci para fortalecer a segurança pública em todo o País

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Brasília, 30/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) publicou a Portaria nº 1.244, que estabelece dez projetos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). A norma define a destinação, a coordenação, os objetivos e as diretrizes gerais de cada iniciativa, fortalecendo a atuação integrada do Ministério e a cooperação com os entes federativos na implementação de políticas públicas de segurança e cidadania.

Os projetos serão executados de forma integrada pelos órgãos e entidades do MJSP e poderão ser implementados em articulação com estados, Distrito Federal e municípios que aderirem voluntariamente ao programa, por meio dos instrumentos de cooperação previstos na legislação. A execução observará, ainda, os objetivos, as diretrizes, os eixos prioritários e as ações do Pronasci, bem como as metas do Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS).

A portaria estabelece como projetos do Pronasci o Município Mais Seguro, Jovens Defensores Populares, Pronasci Juventude, Prevenção e Cidadania (Cria), Alvorada, Escritório Social, Mães por Direitos, Centros Comunitários pela Vida, Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social (Cais) e o Bolsa-Formação. Cada um passa a contar com definição de sua destinação, coordenação, objetivos e diretrizes gerais, respeitadas as competências das secretarias nacionais responsáveis por sua implementação.

Fortalecimento das políticas públicas

Entre as iniciativas está o Município Mais Seguro, coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), voltado ao aprimoramento da segurança pública municipal, ao fortalecimento das guardas municipais e à prevenção da violência e da criminalidade em territórios vulneráveis. O programa prevê apoio técnico à gestão municipal, valorização profissional, integração entre as instituições de segurança pública e modernização das estruturas municipais, por meio da aquisição ou doação de viaturas, equipamentos e soluções tecnológicas.

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Também compõem esse conjunto ações voltadas a diferentes áreas da segurança pública e da cidadania, sob a coordenação da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad). São elas:

• Jovens Defensores Populares – promoção da cidadania e da educação em direitos;
• Pronasci Juventude – prevenção do aliciamento de adolescentes e jovens pelo crime organizado;
• Cria – Prevenção e Cidadania – prevenção do uso problemático de substâncias psicoativas;
• Alvorada e Escritório Social – reinserção social de pessoas egressas do sistema prisional;
• Mães por Direitos – proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade;
• Convive e Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social (Cais) – implantação de equipamentos públicos destinados à prevenção da violência e à promoção da cidadania;
• Bolsa-Formação – valorização e qualificação permanente dos profissionais da segurança pública.

Para o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a definição dos projetos fortalece a integração das políticas públicas desenvolvidas pelo Ministério e amplia a capacidade de atuação conjunta dos entes federativos.

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“Ao estabelecermos os projetos do Pronasci, organizamos as principais ações do programa e fortalecemos a atuação integrada entre União, estados, Distrito Federal e municípios. Essa integração permite que as políticas públicas de segurança e cidadania sejam executadas de forma mais coordenada, potencializando seus resultados e ampliando a presença do Estado nos territórios onde ela é mais necessária”, afirma.

A portaria também prevê que os secretários nacionais responsáveis poderão editar atos complementares necessários à execução, ao acompanhamento e à operacionalização de cada iniciativa. Além disso, autoriza a instituição de novos projetos no âmbito do Pronasci, observadas as disposições legais que regem o programa.

Com a publicação da norma, o Ministério da Justiça e Segurança Pública consolida uma estrutura comum para os projetos do Pronasci, conferindo maior uniformidade às ações desenvolvidas pelas diferentes secretarias nacionais e fortalecendo a atuação articulada do Governo Federal na promoção da segurança pública, da cidadania e da prevenção da violência em todo o Brasil.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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