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O que é uma rádio ou TV educativa e quem pode operar uma emissora?

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As emissoras de rádio e televisão educativas têm como principal objetivo levar conhecimento, cultura e informação de interesse público à população. Diferentemente das emissoras comerciais, elas são voltadas, exclusivamente, à educação e não têm finalidade lucrativa.

As rádios e TVs educativas devem atuar em conjunto com os sistemas de ensino para promover o fortalecimento da educação básica, do ensino superior e da educação permanente da população.

A programação pode incluir conteúdos educativos, culturais, científicos, pedagógicos e de orientação profissional, além de apoiar iniciativas de ensino e aprendizagem para pessoas de todas as idades.

O processo de obtenção de autorização para a execução do serviço de rádio ou TV, com fins exclusivamente educativos, ocorre por meio de seleção pública, mediante a publicação do respectivo edital na Imprensa Oficial, e é julgado com base nos critérios definidos em norma.

Quem pode solicitar autorização?

Poderão participar da seleção as pessoas jurídicas com sede, campus ou filial localizados no estado ou no Distrito Federal onde ocorrerá a seleção e que se enquadrem como:

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I – estados, Distrito Federal e municípios;

II – instituições de educação superior (IES) credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC), inclusive aquelas que estejam na condição de mantidas; ou

III – fundações de direito público e de direito privado.

Saiba mais

Mais informações estão disponíveis na página do serviço no portal Gov.br.

Serviço: Participar de edital para executar serviços de rádio educativa (FME/TVE).

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

Fonte: Ministério das Comunicações

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Ataque Phishing: como identificar tentativas de fraude na internet

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Se você já recebeu mensagens como: “Detectamos um atraso no pagamento. Acesse o link para emitir a segunda via da sua fatura e evitar multas”; “Sua conta será suspensa em duas horas por suspeita de fraude. Clique aqui e atualize seus dados”; ou “Você tem um reembolso disponível. Resgate clicando aqui”, é importante redobrar a atenção. Esses são exemplos comuns de mensagens utilizadas em tentativas de phishing, um tipo de fraude digital que busca induzir a vítima a fornecer informações pessoais, bancárias ou de acesso a serviços eletrônicos.

As tentativas de phishing podem ocorrer por diferentes canais, como SMS, e-mail, aplicativos de mensagens, redes sociais, ligações telefônicas, QR Codes e páginas falsas que imitam empresas ou instituições conhecidas. O objetivo é obter dados como CPF, senhas, códigos de autenticação, informações bancárias e números de cartões para utilização em fraudes.

Ataques de phishing são frequentemente utilizados para tentar obter informações pessoais por meio de mensagens falsas. Em muitos casos, os responsáveis pelo golpe procuram se passar por bancos, empresas, órgãos públicos ou outras instituições conhecidas, utilizando mensagens com senso de urgência, promessas de benefícios ou alertas sobre supostos problemas em contas e cadastros.

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Sinais de Alerta

Desconfie de mensagens que:

  • solicitem senhas, códigos de autenticação ou dados bancários;
  • informem bloqueio imediato de contas ou serviços;
  • prometam prêmios, reembolsos ou vantagens inesperadas;
  • solicitem atualização urgente de cadastro;
  • contenham erros de ortografia ou gramática;
  • apresentem links encurtados ou endereços diferentes dos canais oficiais;
  • utilizem linguagem alarmista para induzir uma resposta rápida.

Como Evitar o Golpe

Algumas medidas podem ajudar a reduzir o risco de golpes digitais:

  • desconfie de mensagens com tom de urgência ou que solicitem informações pessoais;
  • evite clicar em links recebidos por mensagens de origem desconhecida;
  • sempre que possível, digite diretamente o endereço do site no navegador, em vez de acessar por links enviados em mensagens;
  • antes de fornecer qualquer informação, verifique se o endereço eletrônico pertence ao canal oficial da empresa ou instituição;
  • utilize autenticação em duas etapas nas contas que oferecem esse recurso;
  • mantenha o sistema operacional e os aplicativos dos dispositivos atualizados.

Fui vítima. O que fazer?

Caso tenha fornecido informações pessoais ou identificado movimentações suspeitas, algumas providências podem ajudar a reduzir os impactos da fraude:

  • altere imediatamente as senhas das contas afetadas, especialmente de e-mail, redes sociais e aplicativos financeiros;
  • entre em contato com a instituição financeira para comunicar o ocorrido e verificar as medidas disponíveis para proteção da conta e dos cartões;
  • acompanhe movimentações bancárias e outras atividades relacionadas às contas que possam ter sido comprometidas;
  • conforme as circunstâncias do caso, registre um boletim de ocorrência e reúna informações que possam auxiliar na apuração, como mensagens, e-mails, links ou capturas de tela;
  • caso tenha perdido o acesso a contas em aplicativos de mensagens ou redes sociais, informe seus contatos por outros meios para reduzir o risco de novas tentativas de fraude em seu nome.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

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Fonte: Ministério das Comunicações

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