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Programa de Gestão de Desempenho une eficiência e cuidado no trabalho de servidoras mães

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Conciliar os cuidados com os filhos na primeira infância e a rotina profissional é um desafio para muitas mães. No serviço público federal, o Programa de Gestão e Desempenho (PGD), conduzido pelo MGI, prevê critérios específicos voltados à participação de servidoras gestantes e lactantes, considerando as demandas de cuidado nessas fases da vida.

O PGD é um modelo de gestão do trabalho baseado em entregas, metas e acompanhamento de resultados e atua como indutor de melhoria do desempenho institucional no serviço público. As atividades são organizadas em planos de trabalho pactuados entre equipes e gestores, o que fortalece o alinhamento entre as entregas a serem realizadas e os objetivos estratégicos do órgão público. A atuação no Programa pode ocorrer nas modalidades presencial, teletrabalho parcial ou teletrabalho integral, conforme as características das atividades e as necessidades de cada unidade, combinando qualidade das entregas e flexibilidade na organização do trabalho.

Gestantes e lactantes com filho ou filha de até dois anos têm prioridade na seleção para participar do PGD quando a quantidade de interessados supera o número de vagas ofertadas pelo órgão. Além disso, quando fazem parte do Programa, elas integram grupo de exceção para exercer suas atividades em regime de teletrabalho mesmo após passarem por uma movimentação entre órgãos ou durante o primeiro ano do estágio probatório. Isso porque, pelas regras atuais, participantes nessas situações não podem atuar nessa modalidade.

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Embora gestantes e lactantes integrem grupo prioritário nas regras do PGD, a participação e a definição da modalidade de trabalho estão vinculadas às características das atividades, às necessidades de cada unidade e à organização do Programa em cada órgão. Foto: arquivo pessoal da servidora Emília.
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Foi nesse contexto que Emília Porto, agente administrativa da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), do campus de Itabira (MG), solicitou o trabalho remoto em 2025, durante a gestação de gêmeos. Na época, já era mãe de uma menina de quatro anos e a gravidez gemelar exigia mais cuidados. “Eu atuava em PGD presencial e, em função das particularidades da gravidez gemelar, solicitei o teletrabalho à área de gestão de pessoas que, em acordo com a chefia imediata, atendeu prontamente meu pedido. Após a licença maternidade, fiz uma nova solicitação por conta do período de amamentação e posso agora amamentar meus bebês com tranquilidade”, explica.

A servidora destaca o impacto da iniciativa na sua saúde e dos bebês. “Atuar na modalidade de teletrabalho nessa etapa é garantir às crianças uma qualidade de vida e saúde, porque o leite materno é fundamental. Além disso, contribui diretamente na minha saúde mental. Eu me sinto mais confortável por garantir em casa os cuidados necessários aos bebês e conseguir manter a rotina de trabalho e entregas em dia”, afirma.

Evitar o desmame precoce era a preocupação da analista técnica em políticas sociais Elisa de Araújo Gallo, que ingressou no serviço público por meio do CPNU, está em estágio probatório e há um mês atua em regime de teletrabalho integral na equipe que cuida da Política de Cotas para Mulheres em Situação de Violência nas Contratações Públicas do MGI. “Foi e está sendo fundamental para manter a amamentação do meu filho de um ano e sete meses com tranquilidade. Além disso, posso me dedicar melhor ao trabalho, o que também me deixa satisfeita”, afirma.

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“O PGD reforça uma cultura de trabalho orientada a resultados, ao mesmo tempo em que permite viabilizar diferentes graus de flexibilidade na organização das rotinas de trabalho. Esse modelo traz o benefício institucional de aumento na maturidade de planejamento e acompanhamento das entregas, o que também repercute no âmbito individual”, afirma Nathália Junca, coordenadora-geral do Programa de Gestão e Desempenho na Secretaria de Gestão e Inovação do MGI.

Segundo ela, um dos dez objetivos previstos na norma que regulamenta o Programa é contribuir para a saúde e a qualidade de vida no trabalho dos participantes. “No caso de gestantes e lactantes, as regras específicas representam uma medida de cuidado e conciliação, que possibilita o acompanhamento mais próximo da primeira infância e da amamentação, sem prejuízo ao comprometimento profissional”, completa.

Embora gestantes e lactantes integrem grupo prioritário nas regras do PGD, a participação e a definição da modalidade de trabalho estão vinculadas às características das atividades, às necessidades de cada unidade e à organização do Programa em cada órgão.

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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Ministro Vladimir Lima destaca programas de melhoria habitacional em entrevista à Voz do Brasil

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O ministro das Cidades, Vladimir Lima, participou nesta quinta-feira (21) do programa A Voz do Brasil. Na oportunidade, o ministro explicou o funcionamento do Reforma Casa Brasil e do Periferia Viva – Reformas, iniciativas do Governo Federal voltadas à melhoria das condições de moradia da população brasileira.

Uma das principais bandeiras do Governo Federal tem sido desenvolver estratégias para enfrentar o déficit habitacional e as inadequações nas moradias, ampliando o acesso à casa digna, ao saneamento e à infraestrutura adequada. Nesse contexto, o Ministério das Cidades atua com programas voltados a diferentes realidades das famílias brasileiras.

Com o Periferia Viva – Reformas, o governo irá beneficiar mais de 30 mil domicílios em periferias urbanas de todo o país, com foco na construção ou reforma de banheiros para famílias que vivem sem banheiro ou em situação de inadequação sanitária.

“Mais de 4 milhões de brasileiros não têm banheiro ou têm um banheiro compartilhado com outras famílias. Então, o foco do Periferia Viva – Reformas é entrar nas comunidades, em áreas que são regularizáveis ou já regularizadas, e levar a construção de um banheiro”, explicou o ministro Vladimir.

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Durante a entrevista, o ministro também destacou que, quando identificadas outras inadequações na moradia, como problemas no telhado, infiltrações, piso ou necessidade de ampliação, as intervenções poderão ser incluídas no projeto. As obras serão executadas por agentes promotores, como organizações da sociedade civil e empresas responsáveis pelas propostas selecionadas.

Já o Reforma Casa Brasil funciona por meio de financiamento e é voltado às famílias com renda de até R$13mil, que possuem moradia, mas precisam realizar melhorias estruturais.

“Para quem não tem casa, o programa é o Minha Casa, Minha Vida. Para quem tem sua habitação e precisa resolver uma inadequação, o Reforma Casa Brasil. E para as famílias extremamente carentes, a gente chega com o Periferia Viva – Reformas”, afirmou o ministro.

Periferia Viva vai levar banheiros e reformas a mais de 30 mil famílias brasileiras.

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Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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