Search
Close this search box.

Geral

Programa Inova chega ao Acre com primeira entrega de máquinas para os 22 municípios do estado

Publicados

Geral

Rio Branco (AC) – Um passo decisivo para o fortalecimento do desenvolvimento regional do estado do Acre: Nesta sexta-feira (05), o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) realizou a primeira entrega de máquinas e equipamentos do Programa Inova, iniciativa coordenada pela pasta. A ação inaugura, no Acre, a fase de concretização da política pública voltada à modernização da infraestrutura produtiva, com foco especial na agricultura familiar, no escoamento da produção e na melhoria de estradas vicinais. Ao todo, 324 equipamentos começam a ser entregues nesta primeira etapa, beneficiando os 22 municípios acreanos e diversas entidades locais.

O ministro Waldez Góes destacou o alcance nacional do Programa Inova e o papel decisivo da articulação com o Congresso Nacional para viabilizar as entregas. “Esse é um programa que pode servir do Amapá ao Rio Grande do Sul, beneficiando as 27 unidades da Federação com inovação tecnológica em máquinas e equipamentos. Nós oferecemos o programa às bancadas federais, dialogamos no Congresso e a bancada do Acre, assim como outras, acreditou e aportou recursos. Só no Acre, foram cerca de R$ 200 milhões em emenda de bancada para a aquisição de aproximadamente 1.600 equipamentos. Hoje, iniciamos aqui a primeira entrega, com 324 máquinas, o que representa quase R$ 60 milhões já em execução”, afirmou.

Segundo o ministro, a iniciativa fortalece estados e municípios e se integra a outras políticas públicas. “Isso é transformador, porque melhora a capacidade das prefeituras cuidarem das áreas urbanas e rurais e dá melhores condições para os agricultores produzirem. Equipamento e tecnologia caminham junto com assistência técnica, microcrédito e com o fortalecimento do Plano Safra. É a demonstração de um governo comprometido, presente em todos os territórios, liderado pelo presidente Lula, e de um esforço coletivo que faz as políticas públicas chegarem mais rápido à população”, concluiu.

Leia Também:  Pesquisa do MDS fortalece diálogo com população LGBTQIA+ durante a Feira Cultural da Diversidade em São Paulo

Com investimento de R$ 59,7 milhões nesta primeira etapa, o Programa Inova começa a deixar sua marca. O secretário nacional substituto de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial, Edgar Caetano, destacou o simbolismo da iniciativa para a política pública construída de forma integrada. “Hoje nós estamos consolidando o Inova, materializando uma política pública inovadora, concebida a partir da demanda do presidente Lula e do ministro Waldez Góes. Trouxemos maquinários inovadores, como os triciclos, que são únicos, e damos concretude a uma política que vai alcançar todo o estado do Acre”, afirmou. 

O secretário substituto ressaltou ainda que o programa reúne equipamentos de diferentes portes, capazes de atender desde grandes intervenções até demandas mais simples do cotidiano dos produtores. “Estamos levando modernização, mecanização e facilitação para a vida dos produtores. Esses equipamentos ajudam no escoamento da produção, na melhoria das vias e na geração de renda, promovendo o desenvolvimento regional, que é o nosso principal foco”, completou. 

Marco histórico no Acre

Para a superintendente substituta do Mapa no Acre, Kajeanne Pereira, a entrega representa um marco histórico para o estado. “Esse é um momento que vai ficar na história do Acre. Essa parceria com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional vai fazer uma diferença gigantesca para as prefeituras, cooperativas e associações. A região Norte ainda é muito carente de tecnologia, e muitos produtores ainda trabalham com ferramentas manuais. Esses equipamentos vão alavancar a produção e o desenvolvimento”, afirmou. 

Leia Também:  Governo do Brasil institui grupo de trabalho para analisar falhas do sistema de justiça no Caso Maria da Penha

Kajeanne ressaltou ainda que a chegada das máquinas amplia as perspectivas de crescimento sustentável. “É um diferencial enorme para os produtores rurais e para o estado como um todo. A gente espera que mais emendas sejam destinadas para que o Acre continue se desenvolvendo”, completou. 

A avaliação positiva também foi compartilhada pelos gestores municipais. Para o prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, a entrega é a maior da história do estado em volume de máquinas pesadas. “É um impacto super positivo e um momento histórico. Os 22 municípios do Acre estão sendo contemplados, e isso vai impactar diretamente a vida da população, principalmente no setor rural”, afirmou. 

Segundo o prefeito, os equipamentos permitirão avanços concretos na infraestrutura produtiva. “Estamos recebendo máquinas para recuperação e abertura de estradas vicinais, construção de tanques, açudes e barragens para a piscicultura, além de equipamentos para melhorar o solo. O fortalecimento da agricultura é uma das principais saídas para gerar emprego e renda no Acre”, destacou.

 

 


Outras Notícias:

Rota da Moda impulsiona economia criativa e intercâmbio cultural no Modamazon

Prêmio do MIDR reconhece uso de jogos na educação para o enfrentamento às desigualdades regionais

MIDR e Cepal lançam edital inédito para impulsionar a bioeconomia no país

Fonte: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Geral

Representantes do MDS debatem proteção social, emergências climáticas e os desafios enfrentados pela população LGBTQIA+

Publicados

em

Os desafios enfrentados pela população LGBTQIA+ em situações de desastres, eventos climáticos extremos e emergências sociais estiveram no centro do debate promovido durante a roda de conversa “Políticas de Proteção Social, Questões Climáticas e Emergenciais e a População LGBTQIA+”, realizada nesta quinta-feira (5.06), na Casa do Professor, no centro da capital paulista.

Laís Mendes, assessora de gabinete do MDS e presidente do Comitê Permanente de Calamidades Públicas e Emergências (CCPE), apresentou os impactos das mudanças climáticas e explicou como esses fenômenos afetam a população LGBTQIA+ 

“Este debate foi fundamental, pois os desastres climáticos afetam de forma mais intensa os grupos em situação de vulnerabilidade, entre eles a população LGBTQIA+. O encontro foi uma oportunidade importante para refletirmos sobre estratégias de fortalecimento das políticas públicas voltadas à garantia de direitos e à proteção dessas pessoas”, afirmou.

A atividade reuniu representantes do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), de organizações da sociedade civil e de conselhos de participação social para discutir estratégias de proteção, inclusão e garantia de direitos diante do aumento dos eventos climáticos e de seus impactos sobre populações em situação de vulnerabilidade.

Suely Oliveira, diretora de programa do gabinete do ministro do MDS, e conselheira do Conselho Nacional LGBTQIA+, avaliou a experiência como muito positiva para aperfeiçoar ainda mais as políticas assistenciais. “Nossa plenária foi muito interessante porque tivemos pessoas de várias regiões do Brasil. Tivemos a oportunidade de praticar a escuta, explicar mais sobre as ações do MDS. Foi um momento muito feliz e de grande valia para o trabalho que desenvolvemos”, celebrou. 

Leia Também:  Governo do Brasil institui grupo de trabalho para analisar falhas do sistema de justiça no Caso Maria da Penha

Durante o encontro, os participantes destacaram a importância de incorporar marcadores de diversidade às políticas de gestão de riscos, resposta a emergências e proteção social, considerando as vulnerabilidades específicas enfrentadas por pessoas LGBTQIA+ em contextos de deslocamento, insegurança alimentar, perda de renda e acesso a serviços públicos.

Alex Sandro Lopes Cordeiro, coordenador-geral da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS, destacou o papel do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na construção de um país mais inclusivo, onde as políticas públicas alcancem quem mais precisa. “A assistência social é uma política de proteção que também acolhe e garante direitos à população LGBTQIA+. Estamos aqui para fortalecer esse atendimento e ampliar o acesso a essa rede de proteção”, afirmou.

O debate também abordou a atuação da rede socioassistencial em situações de calamidade pública e a necessidade de fortalecer ações intersetoriais capazes de assegurar acolhimento, proteção e acesso a direitos para toda a população, sem discriminação.

Para Keila Simpson Sousa, conselheira titular da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), a atividade foi uma oportunidade para estreitar os laços das políticas públicas na defesa do público LGBTQIA+. “Realizamos uma importante agenda com o MDS que nos dará mais base para defendermos as políticas públicas para o público LGBTQIA+. Foi uma oportunidade de muito proveito no debate das políticas assistenciais”, argumenta. 

Promovida no contexto do Mês do Orgulho, a roda de conversa reforçou a importância da construção de políticas públicas inclusivas e preparadas para responder aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, especialmente para grupos historicamente expostos a diferentes formas de desigualdade social.

Leia Também:  Um ano após a tragédia no RS, MDS reitera balanço de ações no estado

Richarlls Martins, presidente da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento da Presidência da República, participou da atividade e apoio a iniciativa do MDS de promover esta discussão. “A roda de conversa promovida pelo MDS com foco no público LGBTQIA+ reforça a visibilidade do público na promoção das políticas de assistência social. É muito importante pensarmos como as questões climáticas afetam o público LGBTQIA+ e pensarmos em alternativas para amenizar este cenário”, detalha. 

Proteção social e diversidade

A atividade integrou a programação do Mês do Orgulho e reuniu representantes da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS/MDS), do Comitê Permanente de Gênero, Raça e Diversidade do MDS, da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG), da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento (CNPD) e do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+.

Erika Santos, assessora de gabinete na Assessoria de Participação Social e Diversidade (APSD) do MDS, reforçou que as políticas públicas são feitas a partir do contato com os territórios. “Hoje, trocamos conhecimentos com o público LGBTQIA+, debatemos as questões climáticas e como elas afetam os territórios. Foi muito proveitoso para todos nós”, destacou. 

O encontro teve como objetivo ampliar o debate sobre os efeitos das mudanças climáticas na vida da população LGBTQIA+ e fortalecer a articulação entre governo e sociedade civil na formulação de políticas públicas voltadas à proteção social e à garantia de direitos.

Assessoria de Comunicação – MDS

 

 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

BRASIL E MUNDO

AGRO E ECONOMIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA