TAPEÇARIA DO CRIME
Golpe da reforma deixa clientes sem móveis e no prejuízo
Em diversas situações, sofás, cadeiras e outros itens eram levados das residências sob a promessa de reforma e depois revendidos a terceiros
POLÍCIA
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Investigação mira rede que produzia e compartilhava abuso infantil
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Lucas do Rio Verde, incluindo buscas em residências e quebra de sigilo de dados telemáticos.
Segundo a Polícia Civil, os alvos são pessoas suspeitas de produzir, armazenar e transmitir arquivos digitais com conteúdo envolvendo crianças e adolescentes, prática considerada crime grave e com penas que podem chegar a oito anos de prisão. As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Lucas do Rio Verde, incluindo buscas em residências e quebra de sigilo de dados telemáticos.
As investigações apontam que os próprios investigados produziam parte do material e depois compartilhavam os arquivos pela internet, além de armazenar o conteúdo em celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos. Esses equipamentos são o principal foco das apreensões, já que concentram provas e permitem identificar outras pessoas envolvidas.
A ação faz parte de uma mobilização maior. No Brasil, foram mais de 150 mandados de busca cumpridos em todos os estados, além de prisões e vítimas resgatadas. No cenário internacional, a operação ocorre ao mesmo tempo em 16 países, evidenciando o caráter transnacional desse tipo de crime, que se espalha por redes digitais e ultrapassa fronteiras.
Em Mato Grosso, foram cumpridos quatro mandados, com atuação da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos, responsável pelas investigações no estado.
De acordo com a Polícia Civil, o objetivo é interromper a circulação desse tipo de material, identificar vítimas e responsabilizar todos os envolvidos na cadeia criminosa, que inclui produção, compartilhamento e armazenamento.
O delegado responsável pelo caso, Sued Dias da Silva Junior, afirma que a falsa sensação de anonimato na internet tem sido um dos fatores que incentivam esse tipo de crime. “A atuação é contínua para identificar e responsabilizar quem pratica essas condutas, que causam grande impacto e têm alta repulsa social”, disse.
As investigações seguem em andamento e novos desdobramentos não estão descartados.
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