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OFENSIVA INTERNACIONAL

Investigação mira rede que produzia e compartilhava abuso infantil

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Lucas do Rio Verde, incluindo buscas em residências e quebra de sigilo de dados telemáticos.

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POLÍCIA

Ação ocorre em MT e integra ofensiva internacional contra crimes praticados pela internet
Uma investigação sobre produção e compartilhamento de material de exploração sexual infantil levou ao cumprimento de mandados em Mato Grosso nesta terça-feira (28), dentro de uma ofensiva que acontece de forma simultânea em vários países.

Segundo a Polícia Civil, os alvos são pessoas suspeitas de produzir, armazenar e transmitir arquivos digitais com conteúdo envolvendo crianças e adolescentes, prática considerada crime grave e com penas que podem chegar a oito anos de prisão. As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Lucas do Rio Verde, incluindo buscas em residências e quebra de sigilo de dados telemáticos.

As investigações apontam que os próprios investigados produziam parte do material e depois compartilhavam os arquivos pela internet, além de armazenar o conteúdo em celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos. Esses equipamentos são o principal foco das apreensões, já que concentram provas e permitem identificar outras pessoas envolvidas.

A ação faz parte de uma mobilização maior. No Brasil, foram mais de 150 mandados de busca cumpridos em todos os estados, além de prisões e vítimas resgatadas. No cenário internacional, a operação ocorre ao mesmo tempo em 16 países, evidenciando o caráter transnacional desse tipo de crime, que se espalha por redes digitais e ultrapassa fronteiras.

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Em Mato Grosso, foram cumpridos quatro mandados, com atuação da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos, responsável pelas investigações no estado.

De acordo com a Polícia Civil, o objetivo é interromper a circulação desse tipo de material, identificar vítimas e responsabilizar todos os envolvidos na cadeia criminosa, que inclui produção, compartilhamento e armazenamento.

O delegado responsável pelo caso, Sued Dias da Silva Junior, afirma que a falsa sensação de anonimato na internet tem sido um dos fatores que incentivam esse tipo de crime. “A atuação é contínua para identificar e responsabilizar quem pratica essas condutas, que causam grande impacto e têm alta repulsa social”, disse.

As investigações seguem em andamento e novos desdobramentos não estão descartados.

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Golpe da reforma deixa clientes sem móveis e no prejuízo

Em diversas situações, sofás, cadeiras e outros itens eram levados das residências sob a promessa de reforma e depois revendidos a terceiros

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O grupo atuava por meio de diferentes empresas do mesmo ramo, usadas para atrair clientes, fechar contratos e receber os pagamentos

Consumidores que contrataram serviços de reforma de estofados em Cuiabá acabaram no prejuízo após pagar antecipadamente e não receber o serviço — em alguns casos, ainda perderam os próprios móveis, que foram retirados de casa e revendidos.

Segundo a Polícia Civil, o esquema é alvo da Operação Tapeçaria do Crime, que cumpriu mandados contra suspeitos de aplicar fraudes em dezenas de clientes, principalmente na Capital. Ao todo, foram nove ordens judiciais, incluindo buscas, prisões e medidas cautelares.

As investigações apontam que o grupo atuava por meio de diferentes empresas do mesmo ramo, usadas para atrair clientes, fechar contratos e receber os pagamentos. Após isso, os serviços não eram realizados. Em diversas situações, sofás, cadeiras e outros itens eram levados das residências sob a promessa de reforma e depois revendidos a terceiros.

Para dificultar a identificação, os suspeitos mudavam constantemente o nome das empresas, alteravam endereços e utilizavam redes sociais para continuar captando novas vítimas.

O comportamento dos investigados também chamou a atenção durante as apurações. Em um dos casos, a filha de um dos suspeitos teria zombado das vítimas, afirmando que elas haviam “caído no golpe do estelionatário mais velho de Cuiabá”.

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Dois homens, de 44 e 66 anos, foram presos. Um terceiro investigado, de 27 anos, não foi localizado e é considerado foragido.

Além das prisões, a Justiça determinou que os envolvidos fiquem proibidos de atuar em atividades relacionadas à reforma de estofados e serviços semelhantes.

As investigações continuam para identificar outras vítimas e possíveis participantes do esquema. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 197 ou diretamente em delegacias.

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