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DINHEIRO DO CRIME

Polícia mira fornecedor e bloqueia contas ligadas ao tráfico

A segunda fase da Operação Western cumpre sete ordens judiciais, sendo três mandados de busca e quatro bloqueios de contas

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POLÍCIA

Segunda fase de operação tenta cortar fluxo financeiro de grupo que atuava na região metropolitana

O rastro do dinheiro do tráfico virou alvo de uma nova ofensiva contra um grupo criminoso que atua na região metropolitana de Cuiabá. A investigação aponta que, mesmo após prisões feitas no ano passado, a estrutura seguiu funcionando com divisão de funções e uso de contas bancárias para movimentar valores do crime.

Segundo a Polícia Civil, a segunda fase da Operação Western cumpre sete ordens judiciais, sendo três mandados de busca e quatro bloqueios de contas, com limite de até R$ 50 mil por conta. O foco é atingir diretamente o patrimônio ligado à comercialização de drogas.

As ordens são cumpridas em Cuiabá e fazem parte do avanço das investigações iniciadas em 2025, quando dois suspeitos foram presos em flagrante e houve apreensão de drogas, dinheiro e materiais usados na atividade.

Mesmo com a primeira ofensiva, o grupo manteve a atuação, o que levou à identificação de uma estrutura mais ampla, com funções bem definidas. Entre os investigados está o responsável por abastecer o esquema com diferentes tipos de entorpecentes, além de pessoas encarregadas de movimentar o dinheiro por meio de transferências bancárias, principalmente via Pix, numa tentativa de ocultar a origem dos recursos.

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De acordo com a Polícia Civil, o grupo operava no modelo de rateio, em que a droga é adquirida em conjunto, fracionada e depois distribuída, o que reforça a prática de tráfico e associação criminosa.

O delegado responsável pelo caso, André Rigonato, afirma que o objetivo agora é atingir a base financeira da organização. “A segunda fase tem como foco aprofundar as investigações, reunir novas provas e descapitalizar o grupo por meio do bloqueio de ativos. A análise do material apreendido pode levar a novas medidas”, disse.

As investigações seguem em andamento.

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Golpe da reforma deixa clientes sem móveis e no prejuízo

Em diversas situações, sofás, cadeiras e outros itens eram levados das residências sob a promessa de reforma e depois revendidos a terceiros

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O grupo atuava por meio de diferentes empresas do mesmo ramo, usadas para atrair clientes, fechar contratos e receber os pagamentos

Consumidores que contrataram serviços de reforma de estofados em Cuiabá acabaram no prejuízo após pagar antecipadamente e não receber o serviço — em alguns casos, ainda perderam os próprios móveis, que foram retirados de casa e revendidos.

Segundo a Polícia Civil, o esquema é alvo da Operação Tapeçaria do Crime, que cumpriu mandados contra suspeitos de aplicar fraudes em dezenas de clientes, principalmente na Capital. Ao todo, foram nove ordens judiciais, incluindo buscas, prisões e medidas cautelares.

As investigações apontam que o grupo atuava por meio de diferentes empresas do mesmo ramo, usadas para atrair clientes, fechar contratos e receber os pagamentos. Após isso, os serviços não eram realizados. Em diversas situações, sofás, cadeiras e outros itens eram levados das residências sob a promessa de reforma e depois revendidos a terceiros.

Para dificultar a identificação, os suspeitos mudavam constantemente o nome das empresas, alteravam endereços e utilizavam redes sociais para continuar captando novas vítimas.

O comportamento dos investigados também chamou a atenção durante as apurações. Em um dos casos, a filha de um dos suspeitos teria zombado das vítimas, afirmando que elas haviam “caído no golpe do estelionatário mais velho de Cuiabá”.

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Dois homens, de 44 e 66 anos, foram presos. Um terceiro investigado, de 27 anos, não foi localizado e é considerado foragido.

Além das prisões, a Justiça determinou que os envolvidos fiquem proibidos de atuar em atividades relacionadas à reforma de estofados e serviços semelhantes.

As investigações continuam para identificar outras vítimas e possíveis participantes do esquema. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 197 ou diretamente em delegacias.

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