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INFRAESTRUTURA

Bairros recebem serviços de melhoria de limpeza e iluminação

As ações são fruto da articulação da presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL) junto aos bairros

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POLÍTICA

Paula destacou a importância do trabalho conjunto para que as demandas avancem e cheguem até quem mais precisa

Os bairros Shangri-lá, Lagoa Azul e Jardim Passaredo foram beneficiados, nesta semana, com diversos serviços realizados pela Prefeitura de Cuiabá. As ações são fruto da articulação da presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), por meio da presença constante nas localidades.

No bairro Shangri-lá, a Praça Cruz Rosa passou por uma ampla ação de limpeza realizada pela Prefeitura Municipal por meio da Limpurb. O espaço, importante ponto de convivência da comunidade, agora oferece melhores condições de uso, mais segurança e qualidade para lazer e interação social. A ação estendeu-se também sobre a iluminação pública, por meio da troca de lâmpadas na comunidade, oportunizando maior segurança aos moradores.

Já no Jardim Passaredo, uma demanda antiga da população começou a ser atendida com serviços de patrolamento e cascalhamento. Embora paliativa, a medida traz alívio imediato à mobilidade dos moradores e reforça o compromisso com a pavimentação definitiva da região.

Na Lagoa Azul, os trabalhos se concentram na prevenção de alagamentos, com a limpeza do córrego da região. A ação contribui diretamente para a saúde pública, o funcionamento adequado da infraestrutura urbana e a preservação ambiental.

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Paula destacou, em sessão ordinária desta terça-feira (28), a importância do trabalho conjunto para que as demandas avancem e cheguem até quem mais precisa.

“Quero agradecer à Prefeitura de Cuiabá, à Limpurb, à Secretaria de Obras e a todos os gestores e equipes envolvidas por atenderem essas demandas tão importantes para a nossa população. Esse é o resultado de um trabalho de articulação e diálogo que tem um único objetivo: melhorar a vida das pessoas. E, acima de tudo, quem ganha com isso é a população, que merece viver com dignidade, infraestrutura e qualidade de vida”.

As melhorias seguem em expansão. Com a finalização dos serviços no Jardim Passaredo, as equipes já avançam para o bairro Recanto do Sol, garantindo continuidade às ações.

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POLÍTICA

Governador chama crise do Samu de “lambança” e uso político

Declaração de Pivetta ocorre após demissões, fechamento de unidades e pressão sobre mudanças no atendimento

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Pivetta defendeu que não houve desmonte e citou ampliação da rede, de 12 para 27 unidades ao incluir o Corpo de Bombeiros

Em meio à crise envolvendo o Samu em Mato Grosso, o governador Otaviano Pivetta classificou a repercussão sobre o serviço como uma “lambança” e acusou uso político do caso.

“Eu não sei por que toda essa lambança que fizeram, o aproveitamento político. Infelizmente, nós precisamos melhorar o nível da nossa política. Isso aí foi uma lambança que foi feita”, afirmou o governador nesta terça-feira (28), durante entrega de projeto de lei para redução de impostos na Assembleia Legislativa.

A fala ocorre após uma sequência de medidas do governo que geraram reação de servidores, deputados e do próprio Ministério da Saúde. Nos últimos dias, unidades do Samu foram desativadas temporariamente na Baixada Cuiabana e contratos de profissionais não foram renovados, afetando o funcionamento do serviço.

Segundo o governo, as mudanças fazem parte de uma reestruturação para integrar o atendimento com o Corpo de Bombeiros. Pivetta defendeu que não houve desmonte e citou ampliação da rede.

“Tinha 12 unidades do Samu, hoje nós temos 15, mais 15 unidades do Corpo de Bombeiros. Nós diminuímos o tempo médio de atendimento de 25 para 16 minutos e dobramos a força de trabalho”, disse.

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Apesar da justificativa, a mudança gerou críticas. Profissionais relataram dificuldade para manter ambulâncias em funcionamento após os desligamentos, e parlamentares da oposição classificaram a medida como enfraquecimento da política pública de urgência e emergência.

O próprio governador chegou a afirmar, em entrevista anterior à uma rádio local, que o Corpo de Bombeiros passaria a assumir o serviço, mas recuou após a repercussão negativa. O governo passou a sustentar que não há substituição, mas atuação conjunta.

Outro ponto de pressão veio do Ministério da Saúde, que enviou uma equipe ao estado e reforçou que o Samu segue diretrizes nacionais e não pode ser substituído por modelos paralelos.

Pivetta também atribuiu parte da crise ao encerramento de contratos temporários. “Venceu o contrato temporário, como qualquer empresa. Nós precisamos de profissionais e vamos continuar contratando”, afirmou.

A discussão ocorre justamente na semana em que o Samu completa 22 anos de nacionalização no Brasil, modelo que integra União, estados e municípios no financiamento e operação do serviço.

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