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Brasil passa a monitorar a qualidade do ar em todas as regiões do país com novas estações na região Norte

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) ampliou a rede de acompanhamento da qualidade do ar na Amazônia com a inauguração de duas estações de monitoramento de material particulado fino (MP2,5) em Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO). Com a iniciativa, o Brasil passa a contar com cobertura de monitoramento em todas as regiões do país. As novas unidades marcam a expansão da rede para a região Norte e fortalecem a produção de dados ambientais, o monitoramento da poluição atmosférica e as ações voltadas à proteção da saúde da população e ao enfrentamento da mudança do clima no bioma. 

O material particulado fino é um dos poluentes que mais prejudicam a qualidade do arprincipalmente em regiões afetadas por queimadas. Formado por partículas extremamente pequenas, com diâmetro de até 2,5 micrômetros – cerca de 30 vezes menores que a espessura de um fio de cabeloesse poluente possui tamanho microscópico e pode penetrar facilmente nas vias respiratórias quando inalado. Por causa do tamanho reduzido dessas partículas, seu monitoramento exige equipamentos automáticos de alta precisão. 

As estações foram implantadas por meio de parceria entre o MMA, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Plataforma FioAresoperação em Porto Velho contou com o apoio da Fiocruz Rondônia, por meio do Centro de Clima e Saúde (CCSRO), em parceria com o Instituto Federal de Rondônia (IFRO), a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam)Em Rio Branco, a operação é realizada em parceria com a Universidade Federal do Acre (UFAC). 

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A iniciativa integra um projeto do MMA para ampliar o monitoramento da qualidade do ar na Amazônia Legal, onde a expansão da rede contribuirá para aprimorar o acompanhamento das condições atmosféricas, especialmente nos períodos de maior ocorrência de incêndios florestais. 

O secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Adalberto Maluf, destacou que a expansão da rede de monitoramento da qualidade do ar na região fortalece a capacidade do país de produzir dados confiáveis para orientar políticas públicas e proteger a saúde da população. “Ampliamos a vigilância ambiental em uma região estratégica para o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas e reforçamos o compromisso do Governo do Brasil com o aprimoramento da gestão da qualidade do ar”, afirmou.   

Além de Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC), nos próximos meses, serão inauguradas novas unidades em Manaus (AM), Santarém (PA) e Belém (PA), ampliando significativamente a capacidade de monitoramento da qualidade do ar na Amazônia. 

A pesquisadora da Fiocruz Piauí e coordenadora do projeto, Beatriz Oliveira, enfatizou que a iniciativa fortalecerá a produção de informações qualificadas sobre a qualidade do ar, ampliando o apoio à pesquisa científica, à gestão pública e à proteção da saúde da população. “Trata-se de um projeto ambicioso e estratégico, que amplia a geração de dados de alta qualidade para subsidiar pesquisas, apoiar a tomada de decisão pelos gestores e ampliar o acesso da população à informação. Outro diferencial é o fortalecimento da governança, o desenvolvimento de capacidades locais e o apoio à resposta em episódios críticos de poluição do ar”, pontuou.  

O investimento, viabilizado por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED) entre o MMA e a Fiocruz, prevê a implantação de cinco estações automáticas de referência para monitoramento contínuo de MP2,5, além do desenvolvimento da Plataforma FioAres, que integrará informações ambientais e de saúde para apoiar pesquisas, subsidiar políticas públicas e fortalecer a vigilância ambiental e em saúde. 

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As novas estações produzirão dados confiáveis sobre a qualidade do ar em uma das regiões mais afetadas pelos impactos dos incêndios florestais. As informações permitirão compreender melhor os efeitos da poluição atmosférica sobre a saúde da população e apoiar a tomada de decisões por gestores públicos com base em evidências técnicas. 

MonitorAr 

Os dados das novas estações passarão a integrar o MonitorAr, sistema do MMA que disponibiliza informações sobre a qualidade do ar em diversas regiões do país. A plataforma apresenta o Índice de Qualidade do Ar (IQAr), conforme os critérios estabelecidos pela Resolução Conama nº 506/2024. 

Aberto à população em geral, o MonitorAr permite acompanhar as condições da qualidade do ar nas localidades monitoradas, identificar a estação mais próxima, consultar o histórico do IQAr das últimas 24 horas, navegar por um mapa interativo e selecionar estações favoritas. 

Além da versão web, o sistema conta com um aplicativo para dispositivos Android, que amplia o acesso às informações e facilita o acompanhamento dos dados diretamente pelo celular. 

Acesse o sistema MonitorAr aqui

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected] 
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Declaração Anual de Rebanho 2026: produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para atualizar cadastro

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026, procedimento obrigatório que atualiza as informações sobre os animais e as propriedades rurais cadastradas no sistema oficial de defesa agropecuária do Estado.

A orientação foi reforçada pela Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), que destaca a importância do cumprimento do prazo para manter a base de dados da defesa sanitária animal completa e atualizada.

Segundo o vice-presidente técnico da entidade, José Arthur Martins, a qualidade das informações fornecidas pelos produtores é fundamental para ampliar a eficiência das ações de vigilância sanitária e da gestão agropecuária.

Atualização fortalece a defesa sanitária dos rebanhos

De acordo com a Febrac, a Declaração Anual de Rebanho permite ao sistema estadual conhecer com maior precisão as características das propriedades rurais, a infraestrutura disponível, os controles sanitários adotados e a composição dos rebanhos existentes em cada região.

Essas informações são utilizadas para orientar ações de prevenção, monitoramento e resposta rápida em casos de doenças ou outras emergências sanitárias que possam afetar a pecuária gaúcha.

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Para José Arthur Martins, manter os dados atualizados é uma medida estratégica para garantir agilidade na atuação dos órgãos de defesa agropecuária.

“A atualização dessas informações permite que o sistema de defesa sanitária responda de forma mais rápida e eficiente diante de qualquer ocorrência que possa comprometer os rebanhos do Estado”, destaca.

Procedimento é comparado à declaração do Imposto de Renda

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica e fornecem informações essenciais para o funcionamento dos sistemas públicos.

Segundo ele, o cadastro atualizado possibilita aos órgãos responsáveis conhecer a realidade da pecuária em cada município e adotar medidas imediatas sempre que houver necessidade de intervenção sanitária.

Além de atender à legislação, a atualização contribui para preservar a sanidade animal, fortalecer a rastreabilidade dos rebanhos e ampliar a segurança da produção pecuária no Estado.

Declaração pode ser feita pela internet ou presencialmente

Os produtores podem realizar a Declaração Anual de Rebanho de forma digital, por meio da plataforma Produtor Online, disponível no Sistema de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul.

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Também é possível efetuar o procedimento presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária distribuídos pelos municípios gaúchos.

Febrac orienta produtores a não deixar para a última hora

A Febrac recomenda que os pecuaristas realizem a atualização cadastral antes do encerramento do prazo, evitando filas, congestionamentos no sistema e possíveis transtornos.

A entidade reforça que o prazo termina em 30 de junho de 2026 e que o cumprimento da obrigação é indispensável para manter a eficiência da defesa sanitária animal e assegurar informações confiáveis sobre a pecuária do Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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