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MORTE A ESCLARECER

Homem é encontrado morto em sítio e cães comiam rosto dele

O proprietário da fazenda relatou que o homem morava havia cerca de cinco anos na propriedade, onde permanecia de favor

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Crédito: Só Notícias
A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos da Polícia Civil e da Politec

Um homem foi encontrado morto em uma propriedade rural na região do Mandacaru, em Paranaíta, nesta quinta-feira (21). O corpo da vítima estava ao lado de uma residência quando foi localizado pelo dono da fazenda, que encontrou cães se alimentando da região do rosto do homem.

De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 12h após a denúncia de que havia uma pessoa morta no sítio. Quando os policiais chegaram ao local, a vítima já não apresentava sinais vitais.

O proprietário da fazenda relatou que o homem morava havia cerca de cinco anos na propriedade, onde permanecia de favor. Segundo ele, ao chegar na residência nesta quinta-feira, se deparou com os cães atacando o cadáver. Em seguida, cobriu o corpo com um pano até a chegada das autoridades.

Ainda conforme o registro policial, o corpo estava próximo à casa existente no sítio.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos da Polícia Civil e da Politec.

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As causas da morte ainda serão apuradas.

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Gaeco mira braço do PCC no tráfico e guerra entre facções em MT

Operação cumpre mandados em três cidades e investiga grupo envolvido em homicídios e disputa por território na região de Cáceres

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Ao todo, foram cumpridas sete ordens judiciais nas cidades de Cáceres, Cuiabá e Pimenta Bueno (RO)

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado deflagrou nesta sexta-feira (22) uma nova ofensiva contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) em Mato Grosso. A Operação Líbano mira integrantes da facção investigados por envolvimento com tráfico de drogas e homicídios ligados à disputa entre grupos criminosos na região de Cáceres.

Ao todo, foram cumpridas sete ordens judiciais, sendo seis mandados de busca e apreensão e um de prisão, nas cidades de Cáceres, Cuiabá e Pimenta Bueno (RO).

As investigações começaram após compartilhamento de informações da Polícia Civil de Cáceres, autorizado pela Justiça. A partir dos dados levantados, o Gaeco identificou uma estrutura criminosa organizada, ligada ao PCC, com divisão de funções entre os integrantes.

Segundo as investigações, o grupo atuava tanto na logística do tráfico quanto na execução de crimes relacionados à guerra por território entre facções rivais na fronteira oeste do Estado.

Pelo menos seis suspeitos foram apontados como integrantes da organização criminosa. Entre eles, havia membros responsáveis por apoio operacional e outros que exerciam funções de liderança dentro da facção.

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O nome da operação faz referência a um dos principais investigados, conhecido pelo codinome “Líbano”, morto por integrantes de uma facção rival durante um conflito em Cáceres. Conforme as investigações, ele utilizava o apelido para esconder a própria identidade e dificultar o monitoramento das forças de segurança em aplicativos de mensagens usados pela organização.

A operação contou com apoio da Secretaria de Estado de Justiça, por meio do Grupo de Intervenção Rápida, além do canil e da inteligência da Polícia Penal de Mato Grosso e da Casa de Detenção de Pimenta Bueno.

O Gaeco é uma força-tarefa coordenada pelo Ministério Público de Mato Grosso com participação das polícias Civil, Militar e Penal.

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