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CARTÃO-POSTAL

Sema mantém Morro de Santo Antônio fechado por mais 180 dias

Visitação segue suspensa devido às obras nas trilhas e falta de certificação de segurança para reabertura da unidade de conservação

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Os trabalhos ainda exigem restrições para garantir a segurança dos visitantes e preservar as áreas que passam por intervenção

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) prorrogou por mais 180 dias a suspensão da visitação pública no Morro de Santo Antônio, um dos principais cartões-postais naturais da Baixada Cuiabana.

A decisão foi publicada em portaria assinada pelo secretário adjunto em substituição, Alex Sandro Antonio Marega, e mantém o acesso proibido devido à continuidade das obras de infraestrutura e ordenamento das trilhas dentro da unidade de conservação.

Segundo a Sema, os trabalhos ainda exigem restrições para garantir a segurança dos visitantes e preservar as áreas que passam por intervenção.

A portaria cita que as obras não foram concluídas dentro do prazo previsto anteriormente e que ainda não há certificação técnica assegurando condições adequadas para reabrir o local ao público.

Com isso, o Monumento Natural Estadual seguirá fechado pelos próximos seis meses. O texto ainda prevê que a suspensão poderá ser prorrogada novamente caso persistam os problemas que motivaram a medida.

O Morro de Santo Antônio fica localizado no município de Santo Antônio de Leverger e é considerado um dos principais pontos turísticos naturais próximos a Cuiabá, atraindo visitantes para trilhas, contemplação e atividades ao ar livre.

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A suspensão da visitação já estava em vigor desde a Portaria nº 91/2026, publicada anteriormente pela Sema. A nova medida tem efeito retroativo ao dia 5 de maio para evitar interrupção na proibição de acesso ao local.

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COTIDIANO

Feira mira 100 mil visitantes e reforça turismo como negócio

Depois de movimentar cerca de R$ 35 milhões em negociações na edição passada, a feira quer agora ampliar o impacto econômico

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O turismo em MT deixou de ser tratado apenas como potencial e passou a ser apresentado como atividade econômica estruturada

A FIT Pantanal chega à edição de 2026 consolidada não apenas como vitrine turística, mas como uma das principais plataformas de negócios do setor no Centro-Oeste e Norte do país. Depois de movimentar cerca de R$ 35 milhões em negociações na edição passada, a feira quer agora ampliar o impacto econômico e ultrapassar a marca de 100 mil visitantes.

Os números ajudam a explicar o crescimento acelerado do evento. Em 2023, a feira recebeu 45 mil pessoas. No ano seguinte, saltou para 65 mil visitantes e chegou a 70 mil em 2025. A expectativa para este ano é ampliar ainda mais o público e o volume de negócios gerados durante os cinco dias de programação, entre 3 e 7 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.

O lançamento oficial para a imprensa foi realizado na noite desta segunda-feira (4), no Sesc Arsenal, e reforçou uma mudança importante no discurso do setor: o turismo deixou de ser tratado apenas como potencial e passou a ser apresentado como atividade econômica estruturada, capaz de movimentar diferentes cadeias produtivas.

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Além dos grandes operadores turísticos, a FIT impacta diretamente setores como agricultura familiar, artesanato e gastronomia. Somente essas áreas movimentaram mais de R$ 1,5 milhão em vendas durante a edição de 2025.

O crescimento da feira também acompanha a ampliação da participação dos municípios e da oferta de produtos turísticos. Neste ano, mais de 80 cidades mato-grossenses devem integrar a programação.

“A FIT Pantanal vem crescendo a cada edição e hoje já se consolidou como o principal evento de turismo do Centro-Oeste e Norte do Brasil. Agora, o desafio é ampliar ainda mais, com mais municípios, mais experiências e um público maior”, afirmou o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau Júnior.

A feira também se tornou uma estratégia para posicionar Mato Grosso no mercado nacional e internacional do turismo, concentrando em um único espaço destinos ligados ao Pantanal, Amazônia, Cerrado e Araguaia.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o setor passou a ocupar papel relevante na economia estadual justamente por conectar diferentes atividades.

“Quando falamos de turismo, estamos falando de experiências, mas também de oportunidades econômicas. É uma cadeia que envolve cultura, gastronomia, serviços e pequenos negócios e que precisa ser trabalhada de forma estratégica”, destacou.

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Além da área aberta ao público, a edição de 2026 terá programação técnica voltada ao setor empresarial, com palestras, seminários e debates sobre temas como os impactos da reforma tributária no turismo.

Outro eixo da feira será a geração de negócios. O Sebrae Mato Grosso aposta em rodadas comerciais estaduais e nacionais para conectar operadores, empresários e novos produtos turísticos.

Entre as novidades da edição está o lançamento da Rota dos Primatas, além da ampliação das rodadas de negócios e da participação de operadores de diferentes regiões do país.

Com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, a FIT Pantanal reforça a estratégia do governo e do setor produtivo de transformar o turismo em uma cadeia econômica cada vez mais relevante para Mato Grosso.

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